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13 de abril de 2017

O Caso do Monte Urais na Rússia



Em fevereiro de 1959, 10 estudantes decidiram fazer uma trilha de inverno em Monte Urais na Rússia. Durante o passeio um dos jovens acabou ficando doente e foi deixado pelos seus colegas, com o intuito de se recuperar.


Em fevereiro de 1959, 10 estudantes decidiram fazer uma trilha de inverno em Monte Urais na Rússia. Durante o passeio um dos jovens acabou ficando doente e foi deixado pelos seus colegas, com o intuito de se recuperar. Entretanto os outros 9 garotos que resolveram seguir adiante com aventurar na trilha não conseguiram retornar da montanha com vida. Ao chegarem no local, os investigadores Russos ficaram surpresos com um cenário assustador. Perceberam que a cabana dos estudantes estava rasgada de dentro para fora, e lá ainda estavam suas roupas e botas, o que fez com que os investigadores suspeitassem que as vítimas estivessem desesperadas e possivelmente fugindo de algo. O atestado de óbito de 2 dos corpos constava a causa da morte por hipotermia e foram encontrados descalços e vestindo apenas roupas de baixo. Depois mais 3 corpos foram encontrados em condições muito semelhantes. Os outros 4 corpos só foram encontrados 2 meses após o incidente, e tinham costelas quebradas, ferimentos internos, língua arrancada e crânios esmagados. O que intrigou os investigadores foi o fato de nenhum dos corpos apresentavam sinais de luta e nenhum tipo de ferimento externo. As roupas encontradas nos corpos continham altos níveis de radiação. Depois de ser arquivado por falta de confirmações, o caso acabou sendo reaberto em 1990 após praticantes de trilhas, que estavam em um local próximo ao ocorrido, terem relatado o avistamento de uma série de estranhas luzes alaranjadas no céu.
Algumas teorias surgiram para tentar explicar os fatos, desde criaturas sobrenaturais à experimentos militares. Porem uma das idéias mais acreditadas é que aquela região seria frequentemente visitadas por seres extraterrestres, devido aos rastros de radiação contidos alí e aos avistamentos de luzes incomuns no céu. Mesmo sem uma resposta definitiva para o caso, o governo decidiu então proibir o acesso à montanha por 3 anos.


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