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26 de abril de 2017

Anabelle : A Verdadeira Historia ( Objetos Amaldiçoados )


Antes de irmos ao caso da boneca Anabelle  vou relatar um pouco sobre objetos amaldiçoados usados para magia, além de ídolos demoníacos e outras coisas do tipo que possa prejudicar sua vida material e espiritual, não vou entrar muito no assunto pois não e este o foco e sim o caso da boneca Anabelle .

Segundo adeptos do movimento de “batalha espiritual”, objetos utilizados em qualquer forma de magia, ocultismo ou religião idólatra ficam impregnados de emanações malignas, como se demônios de fato residissem nos mesmos. Para usar a linguagem de alguns do movimento, esses objetos estariam “demonizados”. Esse conceito é similar ao praticado na magia. Objetos magicamente “carregados” são considerados como transmissores do poder da mágica que representam, e afetam aos que os tocam.
Portanto, caso um cristão venha a ter em sua casa, escritório ou local de trabalho, qualquer um desses objetos, estará dando ocasião para que os demônios (as verdadeiras entidades espirituais associadas com esses objetos) prejudiquem sua vida material e espiritual. A idéia é que objetos como ídolos, imagens, esculturas, quadros e fotos se tornam pontos de contato para os demônios, que sempre estão procurando materializar-se através de alguma coisa e assim atormentar os homens. Admitir tais coisas dentro de casa, seria convidar os demônios a entrar e nos atormentar. Nas palavra de Jorge Linhares,
Não basta que abençoemos os nossos bens, nossos pertences. precisamos verificar se não temos permitido adentrar em nosso lar objetos que são por natureza amaldiçoados – objetos que temos de lançar fora e de preferência, queimar ou destruir.

Mark Bubeck, que ficou conhecido no Brasil por seu livro O Adversário, escreveu recentemente um outro livro sobre como podemos criar nossos filhos em meio aos constantes ataques que os demônios fazem ao nosso lar. Ao fim do livro, Bubeck adicionou um apêndice, contendo questionários cujas perguntas procuram levar os leitores a descobrir as portas pelas quais têm permitido aos demônios entrarem no lar e atacar os filhos. Uma das portas é a presença em casa de objetos amaldiçoados, como amuletos, fetiches e talismãs, livros sobre ocultismo, bruxaria, astrologia, mágica, adivinhação, e utensílios ou objetos usados em templos pagãos, rituais de feitiçaria, ou ainda na prática da adivinhação, mágica ou espiritismo. A sugestão de Bubeck é que a presença dessas coisas no lar permite aos demônios que penetrem na casa e atormentem os filhos.

Anabelle : A Verdadeira Historia 


Nota do autor: Annabelle foi o foco de um caso que investigadores paranormais famoso Ed e Lorraine Warren participaram durante o início dos anos 1970, e é destaque no livro O Demonologista. Tem sido afirmado que esse é um dos casos mais incomuns de um objeto possuído no registro.


Em 1970, uma mãe comprou uma antiga boneca modelo "Raggedy Ann" de uma loja para colecionadores de bonecas. A boneca foi um presente de aniversário para a filha, Donna, que na época estava cursando faculdade, se preparando para formar-se em enfermagem e morava em um pequeno apartamento com sua companheira de quarto Anngie (também enfermeira). Contente com a boneca, Donna a colocou sobre sua cama como uma decoração e não lhe deu maior atenção depois de alguns dias. Com o tempo, Donna e Angie notaram que parecia haver algo estranho e arrepiante com a boneca. Ela, aparentemente, se movia sozinha, no primeiro momento movimentos relativamente imperceptíveis, como mudanças de posição, mas com o tempo as movimentações se tornaram mais notáveis. Donna e Angie chegavam em casa e encontravam a boneca em uma sala completamente diferente de onde à haviam deixado. De vezes em quando, encontravam a boneca no sofá de pernas e braços cruzados, outras vezes era encontrada de pé, encostada em uma cadeira na sala de jantar. Várias vezes Donna colocava a boneca no sofá antes de sair para o trabalho, e quando voltava para casa encontrava a boneca em seu quarto sobre a cama com a porta fechada.
As Mensagens

A boneca, não só se mexia, mas também escrevia. Após cerca um mês de experiências, Donna e Angie começaram a encontrar mensagens escritas à lápis em papel de pergaminho onde lia-se "Ajude-nos" e "Ajude Lou". A escrita à mão aparentava ser de uma criança pequena. A parte arrepiante sobre as mensagens não eram os textos, mas a maneira na qual foram escritos. Na época, Donna não possuía papel de pergaminho, onde as mensagens foram escritas, em sua casa. Então, de onde veio esse papel? 

O Médium

Uma noite, Donna voltou para casa e encontrou a boneca novamente em uma posição diferente da que havia deixado, desta vez em sua cama. Donna descobrira que isso era típico da boneca, mas de alguma forma ela sabia que desta vez era diferente, algo não estava certo. Uma sensação de medo à tomou quando ao inspecionar a boneca, viu o que pareciam gotas de sangue na parte de trás de suas mãos e em seu peito. Aparentemente, do nada, um líquido vermelha apareceu na boneca. Assustadas e desesperadas Donna e Angie decidiram que era hora de procurar aconselhamento especializado. 

Sem saber para onde ir, elas entraram em contato com um médium e uma sessão foi realizada. Donna foi então apresentada ao espírito de Annabelle Higgins. O médium contou a história de Annabelle para Donna e Angie. Annabelle era uma menininha que residia naquele lugar antes dos apartamentos serem construídos, aqueles foram "momentos felizes". Ela era uma menina de apenas sete anos de idade quando seu corpo sem vida foi encontrado no campo onde agora o complexo de apartamentos estava. 

O espírito relatou ao médium que ela se sentiu confortável com Donna e Angie e queria ficar com elas e ser amada. Sentindo compaixão por Annabelle e sua história, Donna permitiu que a menina continuasse na boneca para que pudesse ficar com elas. No entanto, elas logo descobriram que Annabelle não era o que parecia ser. Esse não era um caso comum e definitivamente aquela boneca também não era.


O relato de Lou

Lou era amigo de Donna e Angie e esteve com elas desde o dia em que a boneca chegou. Lou nunca gostou muito da boneca e por várias vezes advertiu Donna que ela era má e deveria livrar-se dela. Porém, Donna tinha um laço de compaixão pela boneca e sem dar muito crédito aos conselhos de Lou, ficou com a boneca. A decisão de Donna, ao que parece, foi um erro terrível. 

Uma noite Lou acordou de um sono profundo e em pânico. Mais uma vez ele teve um pesadelo recorrente. Só que desta vez de alguma forma, algo parecia diferente. Era como se ele estivesse acordado, mas não conseguia se mexer. Ele olhou ao redor do quarto, mas não conseguia discernir nada fora do normal, e então aconteceu. Olhando para baixo na direção de seus pés, ele viu a boneca, Annabelle. Ela começou a deslizar lentamente subindo por sua perna, moveu-se e então parou sobre seu peito. De repente a boneca estava o estrangulando. Paralisado e ofegante Lou, no ponto de asfixia, apagou. Ele acordou na manhã seguinte, certo de que não era um sonho, Lou estava determinado a livrar-se da boneca e do espírito que a possuía. Lou, no entanto, teria mais uma apavorante experiência com Annabelle. 

Preparando-se para uma viagem no dia seguinte, Lou e Angie estavam lendo sobre mapas sozinhos em seu apartamento. O apartamento parecia estranhamente silencioso. De repente, sons vindos do quarto de Donna despertaram o medo de que alguém poderia ter invadido o apartamento. Lou, determinado a descobrir quem ou o que estava lá, foi caminhando silenciosamente até a porta do quarto. Ele esperou os ruídos pararem antes de entrar e acender a luz. O quarto estava vazia, exceto por Annabelle que estava jogada em um canto no chão. 

Lou vasculhou o quarto à procura por sinais de uma entrada forçada, mas nada estava fora do lugar. Entretanto, quando se aproximou da boneca, teve a nítida impressão de que alguém estava atrás dele. Rapidamente Lou se virou e percebeu que não havia ninguém ali. Em seguida, em um flash ele se viu agarrando seu peito, se retorcendo, cortado e sangrando. Sua camisa estava manchada de sangue e ao abrir-la, viu em seu peito o que pareciam ser sete marcas distintas de garras, três na vertical e quatro na horizontal, todas estavam quentes como queimaduras. Essas marcas se curaram quase imediatamente no dia seguinte e sumiram completamente no segundo dia. 


A Investigação Paranormal: Os Warren


Donna finalmente estava disposta a acreditar que o espírito na casa não era o de uma garotinha, mas um espírito inumano e de natureza demoníaca. Depois da experiência de Lou, Donna sentiu que era hora de procurar aconselhamento realmente especializado e entrou em contato com um padre episcopal chamado Padre Hegan. O Padre sentiu que era uma questão espiritual e que precisava entrar em contato com uma autoridade superior na igreja, então ele recorreu ao Padre Cooke, que imediatamente contatou os Warren.

Ed e Lorraine Warren imediatamente se interessaram no caso e entraram em contato com Donna a respeito da boneca. Os Warren, depois de conversar com Donna, Angie e Lou chegaram à imediata conclusão de que a boneca em si não era de fato possuída, mas manipulada por uma presença inumana. Espíritos não possuem objetos inanimados, como casas ou brinquedos, eles possuem pessoas. Um espírito inumano pode se atar a um lugar ou objeto e isso foi o que ocorreu no caso Annabelle. O espírito manipulou a boneca e criou a ilusão de que ela estaria viva, na tentativa de obter atenção. Na realidade, o espírito não pretendia ficar vinculado à boneca, ele procurava possuir um hospedeiro humano.

O espírito ou neste caso, um inumano espírito demoníaco, estava essencialmente em estagio de infestação do fenômeno. Ele começou a mover a boneca pelo apartamento por meio de teletransporte para incitar a curiosidade dos moradores na esperança de que eles lhe dessem atenção. Depois cometeram o previsível erro de chamar um médium ao apartamento para que pudessem se comunicar. O espírito inumano, agora capaz de se comunicar através do médium, explorou as vulnerabilidades emocionais das garotas fingindo ser uma inofensiva menininha perdida, que durante a sessão, foi dada a permissão de Donna para assombrar o apartamento. Um espírito demoníaco é tão negativo quanto os fenômenos causados por ele. Ele despertou o medo através dos movimentos estranhos da boneca, trouxe a materialização de perturbadoras mensagens manuscritas, as simbólicas gotas de sangue na boneca, e por último chegou a atacar Lou, deixando nele a simbólica marca da besta. A próxima fase da infestação do fenômeno teria sido uma possessão humana completa. Se essas experiências tivessem durado mais duas ou três semanas, o espírito teria possuído totalmente alguem, isso se não prejudicasse ou matasse um ou todos os moradores da casa. 

Na conclusão da investigação, os Warren consideraram oportuno ter uma recitação de uma bênção de exorcismo pelo Padre Cooke para limpar o apartamento. "A bênção episcopal da casa é extenso, um documento de sete páginas que é distintamente de natureza positiva. Ao invés de especificamente expulsar entidades malignas da habitação, o foco é em encher a casa com poderes positivos e de Deus." - Ed Warren. A pedido de Donna, e como uma precaução adicional para que os fenômenos não ocorressem novamente na casa, os Warren levaram a boneca de pano junto com eles quando foram embora.

A Conclusão

Padre Cooke, embora desconfortável com seu papel de exorcista, concordou em realizar o ritual de exorcismo das sete páginas, uma doutrina que ele recitou por todo o apartamento até o ponto em que os Warren estavam confiantes de que a entidade não estava mais lá. Eles concordaram em levar a boneca de pano com eles. Antes de ir, Ed colocou a boneca no banco de trás do carro e concordou que não iria dirigir pela interestadual, no caso de o espírito inumano ainda estar com a boneca. 

Suas suspeitas estavam todas corretas, os Warren sentiram-se como objetos de um ódio vicioso. Em cada curva perigosa o carro desviar-se e morria fazendo a direção hidráulica e os freios falharem. Repetidamente o carro quase batia. Então Ed foi até o banco de trás e tirou de sua bolsa preta, um frasco de água benta e encharcou a boneca fazendo o sinal da cruz sobre ela. Os distúrbios foram interrompidos imediatamente e os Warren chegaram em segurança até sua casa. 

Após a chegado dos Warren em casa, Ed sentou a boneca em uma cadeira ao lado de sua mesa. No início a boneca levitou por várias vezes, em seguida ela parecia cair inerte. No entanto, durante as semanas que se seguiram, ela começou a aparecer em vários cômodos da casa. Quando os Warren saiam e deixavam a boneca trancada em um lugar fora da casa, eles muitas vezes voltavam para casa e quando abriam a porta da frente, à encontravam sentada confortavelmente na poltrona de Ed. A boneca também mostrou um ódio por clérigos que foram até a casa. 

Em uma ocasião o Padre Jason Bradford, um exorcista católico, foi à casa. Ao ver a boneca sentada na cadeira, ele pegou e disse: "Você é apenas uma boneca de pano Annabelle, você não pode machucar ninguém", e jogou a boneca de volta na cadeira, nesse ponto Ed exclamou: "Isso é uma coisa que é melhor você não dizer." Ao sair, uma hora mais tarde, Lorraine pediu encarecidamente ao padre para que tomasse muito cuidado ao dirigir e que ligasse para ela quando chegasse em casa. Lorraine previu uma tragédia para o jovem sacerdote, mas ele teve de seguir o seu caminho. Poucas horas depois Padre Jason ligou para Lorraine e explicou que seus freios falharam quando ele entrou em um cruzamento movimentado. Ele foi envolvido em um acidente quase fatal que destruiu seu veículo. Este foi apenas um dos muitos eventos que ocorreram durante os próximos anos. 

Os Warren tem uma caixa construída especialmente para Annabelle dentro do Museu Ocultista (Occult Museum), onde ela reside até hoje. Desde a construção da caixa, Annabelle parece não mais se mover, mas ela é tida como responsável pela morte de um rapaz que foi ao museu em uma moto com sua namorada. O jovem, após ouvir o relato de Ed sobre a boneca, desafiadoramente começou a bater na caixa insistindo que se a boneca podia deixar marcas nas pessoas, então ele também queria ser marcado. Ed disse para o jovem: “Filho, você precisa sair" e o colocou para fora do Museu. 

No caminho para casa, o jovem e sua namorada estavam rindo e zombando da boneca quando ele perdeu o controle da motocicleta e bateu a cabeça em uma árvore. O rapaz morreu na mesma hora, mas sua namorada sobreviveu e ficou hospitalizada por mais de um ano. Quando perguntada o que aconteceu, a jovem explicou que eles estavam rindo da boneca, quando perderam o controle da motocicleta. Ed alerta você para não desafiar o mal, pois nenhum homem é mais poderoso do que Satanás.





FONTES :http://www.trilhadomedo.com/2013/09/fatos-reais-annabelle-boneca-possuida.html
http://tiagolinno.wordpress.com/2011/10/20/alguns-objetos-trazem-maldicao-ou-abrigam-demonios/



25 de abril de 2017

O Velho Misterioso





Estávamos indo para uma festa em uma cidade a mais ou menos 38 km da nossa, para chegarmos ao local desejado teríamos de passar por uma estrada de chão, era uma espécie de atalho pela estrada de chão e chegaríamos mais rápido do que pela rodovia. Chegamos à festa e curtimos bastante, na hora de voltar no meio da estrada encontramos uma carroça velha bem no meio do caminho, como todos estávamos bêbados pegamos o carrinho e amarramos no carro e saímos puxando aquilo pra estrada afora. A estrada estava escura e a neblina dificultava a visão do motorista que para piorar era um dos mais bêbados, de repente o carro morreu e não queria pegar nem por reza. O tempo ia passando e o desespero aumentando, estávamos perdidos no meio do nada e sem sinal de celular, não tinha como ir nem voltar, irritado resolvo caminhar um pouco afim de encontrar alguma solução ou ajuda, quando algo me surpreendeu, avistei de longe um velho se aproximando de nos, achamos aquilo um pouco estranho já que não passamos por esse velho e ele vinha justamente na mesma direção, a não ser que tenha surgido da mata, ele então se aproximou e perguntou o que estava acontecendo, então explicamos a situação ao senhor que perguntou se a carroça era nossa , respondi que não e ele então disse para deixarmos a carroça para trás, simplesmente deixar e seguir em frente, então o senhor se despediu dizendo  para termos boa sorte e ficarmos com Deus que tudo iria dar certo e então partiu seguindo seu caminho. Pegamos a carroça e a tiramos do carro ao fazer isso meu colega que estava no carro brincou, agora o carro pega e deu uma risada debochada, mas ao bater a ignição para o espanto de todos o motor ronca e o carro pega de primeira, entramos então correndo no carro, meio assustados mas tocamos para frente já com pressa de chegar em nossas casa. No meio do caminho fiquei intrigado e então questionei os meus amigos, onde esta o senhor que passou por nos? Para onde ele foi? Já que a estrada era única e não tinha como ele sair dela sendo que um lado era barranco e a outra um desfiladeiro. Para surpresa de todos fomos até nossas casas sem encontrar com o mistérioso senhor da estrada. 
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By:Glaucow M Freitas
BLOG :http://horrorurbano.blogspot.com/
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21 de abril de 2017

O Que teria acontecido ?




O sinal já havia tocado e em poucos minutos a saída da escola parecia um hospício com tanta correria e mulvulca, todos queriam sair ao mesmo tempo a fim de ir para casa, exceto Nadia que como sempre tinha que ir a casa de banho. Sua amiga Janete esperava do lado de fora, mas tinha lhe dito que se  demorasse mais de  15 minutos ia-se embora. Passaram-se os 15 minutos porem Janete resolvera esperar mais um pouco, estava distraída mexendo em seu celular, quando deu por si já havia passado 35 minutos e nada de Nadia, ficou super chateada com a sua amiga que devia ter ido embora sem lhe dizer nada. Porem Nadia estava há horas a gritar por ajuda, a velha porta da casa de banho tinha ficado trancada e ela ficou cheia de medo quando as luzes se apagaram, para piorar dentro do local não havia rede de celular, seus pais iriam ficar preocupados, por sorte, ouviu passos e quando gritou, viu que alguém tentava abrir a porta, mas... Por que não lhe respondiam? O seu coração começou a bater com força, pressentindo o perigo, foi então que a porta se abriu! Um homem encapuzado debruçou-se sobre ela e imobilizou as mãos e os seus pés, na cintura tinha pendurado um molho de chaves, depois lhe tapou a boca com um lenço úmido e ela desmaiou. Ao abrir os olhos novamente Nadia estava deitada na sua cama. Teria sido um sonho? Ao olhar para os punhos viu algumas marcas causadas pelas cordas, no celular uma msg da Janete :«Onde estavas? Estive a tua espera!». O que teria acontecido ?

Se copiar colocar devidos créditos, obrigado !

Ass : Glaucow M Freitas

13 de abril de 2017

O Caso do Monte Urais na Rússia



Em fevereiro de 1959, 10 estudantes decidiram fazer uma trilha de inverno em Monte Urais na Rússia. Durante o passeio um dos jovens acabou ficando doente e foi deixado pelos seus colegas, com o intuito de se recuperar.


Em fevereiro de 1959, 10 estudantes decidiram fazer uma trilha de inverno em Monte Urais na Rússia. Durante o passeio um dos jovens acabou ficando doente e foi deixado pelos seus colegas, com o intuito de se recuperar. Entretanto os outros 9 garotos que resolveram seguir adiante com aventurar na trilha não conseguiram retornar da montanha com vida. Ao chegarem no local, os investigadores Russos ficaram surpresos com um cenário assustador. Perceberam que a cabana dos estudantes estava rasgada de dentro para fora, e lá ainda estavam suas roupas e botas, o que fez com que os investigadores suspeitassem que as vítimas estivessem desesperadas e possivelmente fugindo de algo. O atestado de óbito de 2 dos corpos constava a causa da morte por hipotermia e foram encontrados descalços e vestindo apenas roupas de baixo. Depois mais 3 corpos foram encontrados em condições muito semelhantes. Os outros 4 corpos só foram encontrados 2 meses após o incidente, e tinham costelas quebradas, ferimentos internos, língua arrancada e crânios esmagados. O que intrigou os investigadores foi o fato de nenhum dos corpos apresentavam sinais de luta e nenhum tipo de ferimento externo. As roupas encontradas nos corpos continham altos níveis de radiação. Depois de ser arquivado por falta de confirmações, o caso acabou sendo reaberto em 1990 após praticantes de trilhas, que estavam em um local próximo ao ocorrido, terem relatado o avistamento de uma série de estranhas luzes alaranjadas no céu.
Algumas teorias surgiram para tentar explicar os fatos, desde criaturas sobrenaturais à experimentos militares. Porem uma das idéias mais acreditadas é que aquela região seria frequentemente visitadas por seres extraterrestres, devido aos rastros de radiação contidos alí e aos avistamentos de luzes incomuns no céu. Mesmo sem uma resposta definitiva para o caso, o governo decidiu então proibir o acesso à montanha por 3 anos.


Retirada da página >> Parceiros - Lendas Urbanas

10 de abril de 2017

A História das Irmãs Fox

Este é um fenômeno de obsessão que chamou a atenção sobre as manifestações dos Espíritos, na América, no século XIX. Golpes, dos quais ninguém pode adivinhar a causa, se fizeram ouvir pela primeira vez em 1846 na casa de alguém denominado Veckmann, habitante de uma pequena vila chamada Hydesville no estado de New-York
Foto das irmãs 

Este é um fenômeno de obsessão que chamou a atenção sobre as manifestações dos Espíritos, na América, no século XIX. Golpes, dos quais ninguém pode adivinhar a causa, se fizeram ouvir pela primeira vez em 1846 na casa de alguém denominado Veckmann, habitante de uma pequena vila chamada Hydesville no estado de New-York. Tudo foi feito para descobrir o autor desses ruídos misteriosos, mas nada se conseguiu. Seis meses mais tarde, em 1847, essa família vendeu a casa que foi então habitada por um membro da igreja episcopal metodista: Sr. John Fox e sua família, composta de sua mulher e de suas filhas, Margaret então com 14 anos e Kate, de 11 anos. A família Fox era composta de seis crianças mas apenas Margaret e Kate Vivian então com seus pais.

Durante três meses eles ficaram tranqüilos, depois os golpes recomeçaram num alto grau. Primeiro vieram ruídos mais rápidos, como se algo caísse sobre o soalho de um dos quartos de dormir, e, a cada vez, uma vibração se fazia sentir sobre o soalho, que era percebida mesmo se estando deitado. O solo vibrava tão forte que as camas tremiam e se sentia essa vibração tendo início sobre o soalho. Os golpes se faziam ouvir sem parar, não havendo mais meio de se dormir na casa.

Em 31 de Março de 1848, a senhora Fox e suas filhas, não tendo podido dormir durante a noite precedente, e exaustas de fadiga, se deitaram cedo, no mesmo quarto, esperando assim escapar às manifestações que se produziam ordinariamente no meio da noite. O Sr. Fox estava então ausente. Logo os golpes começaram, e as duas jovens meninas, acordadas com a algazarra, começaram a imitar fazendo batidas com seus dedos. Para seu grande espanto os golpes responderam a cada batida, então a mais jovem das meninas, Kate, querendo verificar o fato surpreendente; deu uma batida, ouviram um golpe, dois, três, etc., e sempre o ser ou agente invisível devolvia o mesmo número de golpes. Sua irmã disse brincando: “Agora faça como eu, conte um, dois, três, quatro, etc.,” batendo com suas mãos, de cada vez, o número indicado. Os golpes se seguiram com a mesma precisão, mas esse sinal de inteligência alarmou a mais jovem, e ela logo cessou a experiência.

A Sra. Fox disse então: “Conte até dez.” O agente bateu dez vezes. A mãe colocou uma série de perguntas e as respostas, dadas por cifra, mostraram um grande conhecimento de seus próprios assuntos que ela mesma não recordava; porque os golpes insistiam sobre o fato de que ela tinha sete crianças enquanto que ela protestava não ter posto no mundo senão seis, até que um sétimo, morto precocemente, lhe viesse à memória. A esta questão: “Você que bate é um homem?” nenhuma resposta vinha; mas àquela “Você é um Espírito?” era respondida por golpes rápidos e nítidos. Chamou-se uma vizinha, madame Redfield; seu divertimento mudou em admiração e depois em terror à medida que ouvia, ela mesmo, as respostas corretas à questões íntimas.

A Madame Fox disse então ao seu interlocutor invisível: “Se nós fizermos vir os vizinhos, os golpes continuarão a responder?” Um golpe se fez ouvir em sinal de afirmação. Os vizinhos chamados não demoraram a vir, contando descobrir o batedor invisível por todos os meios de busca possíveis; mas a exatidão de uma multidão de detalhes dados assim por golpes, em resposta às questões endereçadas ao ser invisível, sobre os assuntos particulares de cada um, convenceram os mais incrédulos. Os rumores dessas coisas se propagaram ao longe, e logo chegaram de todos os lados padres, juízes, médicos e uma multidão de cidadãos.

"A casa que era habitada"

Os vizinhos acorreram em multidões enquanto que se expandiam os rumores a propósito dessa maravilha; as duas crianças foram levadas por um deles enquanto a Sra. Fox ia passar as noites em casa da Sra. Redfield. Em sua ausência, o fenômeno se produzia exatamente como antes, o que, de uma vez por todas, reduziu ao silêncio todas as teorias de quebra dos artelhos e de joelhos deslocados que as pessoas perfeitamente ignorantes dos fatos reais freqüentemente colocaram. Todos os meios de pesquisa foram praticados para descobrir o batedor invisível, mas a averiguação da família, e de toda a vizinhança, foi inútil. Não se pode descobrir a causa natural dessas manifestações singulares.

As experiências se seguiram, numerosas e precisas. Na manhã seguinte, a casa estava cheia a crepitar, mais de trezentas pessoas estavam presentes nesse momento. Os curiosos, atraídos por esses fenômenos novos, não se contentavam mais em perguntas e respostas. Um deles, chamado Isaac Post, teve a idéia de recitar em alta voz as letras do alfabeto, rogando ao Espírito a gentileza de bater um golpe sobre aquelas que compusessem as palavras que ele queria fazer compreender. Nesse dia, a telegrafia espiritual havia sido descoberta: esse procedimento é aquele que veremos aplicar às mesas girantes.

Tal foi a primeira conversação que teve lugar nos tempos modernos e que se haja constatado, entre os seres de outro mundo e deste aqui. De certa maneira, a Sra. Fox conseguiu saber que o Espírito que lhe respondia, era aquele de um homem que tinha sido assassinado na casa que habitava, vários anos antes, que se chamava Charles B. Rosma, que era mascate e tinha trinta e um anos, enquanto a pessoa com a qual morava o molestou para pegar seu dinheiro e o enterrou na adega. Ossada humana foi efetivamente encontrada mais tarde.

Eis em sua simplicidade, o início do fenômeno que viria revolucionar o mundo inteiro. Negado pelos sábios oficiais, ridicularizado pela imprensa dos dois mundos, colocado no ‘index’ pelas religiões receosas e ciumentas, suspeito na justiça, explorado pelos charlatões sem vergonha, o Espiritismo deveria entretanto fazer seu caminho e conquistar aderentes, cujas cifras se elevam a milhões, porque possui a força mais possante de todas: a verdade.

O espírito engaja as jovens a divulgar suas manifestações, com o que convencerá os incrédulos de sua existência. A família Fox se fixa em Rochester e, seguindo os conselhos de seu amigo do espaço, as jovens missionárias não hesitam em desafiar o fanatismo protestante propondo se submeterem ao mais rigoroso controle.

Acusados de impostura e submetidos pelos ministros de sua confissão a renunciar a essas práticas, o Sr. e a Sra. Fox, fizeram da propagação do conhecimento desses fenômenos, que eles consideravam como uma grande e consoladora verdade, útil para todos, um dever supremo, e recusando a se submeter, foram cassados pela sua Igreja. Os adeptos que se reunissem em torno deles sofreriam a mesma reprovação.

Os conservadores fanáticos conduziram a população contra a família Fox. Os apóstolos da nova fé ofereceram, então, fazer a prova pública da realidade das manifestações diante da população reunida no Corynthia-Hall, o maior salão da vila. Começou-se por uma conferência onde foram expostos os progressos do fenômeno após os primeiros dias. Essa comunicação, acolhida por vaias, terminou contudo com a nomeação de uma comissão encarregada de examinar os fatos. Contra a expectativa geral, e contra sua convicção própria, a comissão foi forçada declarar que após o exame mais minucioso, não teria podido descobrir nenhum traço de fraude. Eles davam crédito de que esses golpes chegavam sobre os muros e as portas, de qualquer distância das mocinhas, ocasionando vibrações sensíveis. Malograram descobrir qualquer meio pelo qual se teria podido obtê-los.

Nomeou-se imediatamente uma segunda comissão que recorreu a procedimentos de investigação ainda mais rigorosos; fez-se revistar e mesmo despir as médiuns, por senhoras, bem entendido, sempre ouvindo os ‘rappings’ (golpes batidos na mesa), os móveis em movimento, as respostas a todas as questões, mesmo mentais; nada de ventriloqüismo, de subterfúgios, de possíveis dúvidas. O segundo relatório foi ainda mais favorável que o primeiro, sobre a perfeita boa fé dos espíritos e a realidade do incrível fenômeno. É impossível – disse a Sra. Hardinge – descrever a indignação que se manifestou a essa segunda decepção. O relatório final declara que “os ruídos estão entendidos e que seu exame completo tinha mostrado de maneira decisiva que eles não eram produzidos nem por um mecanismo nem por ventriloqüismo, ainda que, sobre a natureza do agente que os produziram, fossem incapazes de se pronunciar.”

Uma terceira comissão foi imediatamente escolhida entre os mais incrédulos e os mais ridicularizadores. O resultado dessas investigações, ainda mais ultrajantes que as duas outras para as pobres jovens meninas, provocaram ainda, mais do que nunca, a confusão de seus detratores. O comitê testemunhou em seguida que suas questões, algumas colocadas mentalmente, tinham recebido respostas corretas.

A multidão, exasperada, convencida da traição dos comissários e de sua conivência com as impostoras, tinha declarado que, se o relatório fosse favorável, linchariam as médiuns e seus advogados. As jovens meninas, malgrado seu terror, escoltadas por sua família e alguns amigos, se apresentaram na reunião e tomaram lugar sobre o estrado do grande salão, totalmente decididas a perecer, se preciso fosse, mártires de uma impopular mas indiscutível verdade.

A leitura do relatório foi feita por um membro da comissão que tinha jurado que descobriria o truque, mas que confessou que a causa dos golpes, malgrado as mais minuciosos pesquisas, lhe era desconhecida. No mesmo instante teve lugar um tumulto horrendo: a populaça queria linchar as jovens meninas, e elas o teriam sido sem a intervenção de um quaker, de nome Georges Villets, que as protegeu com seu corpo e reconduziu a multidão a sentimentos mais humanos.

Vê-se, pela narração, que o Espiritismo foi estudado severamente desde seu início. Não foram apenas os vizinhos, mais ou menos ignorantes, que constataram um fato inexplicável, mas comissões, regularmente nomeadas, que, após esquetes minuciosas, foram obrigadas a reconhecer a autenticidade absoluta do fenômeno. As tentativas para desmascarar as fraudes nos fenômenos tiveram lugar regularmente. Deve-se notar que este evento, que está no nascimento do Espiritismo, está sujeito a numerosas deformações e desinformações da parte dos oponentes do Espiritismo. Assim o jesuíta Lucien Roure, na sua obra “O Espiritismo maravilhoso” defende que ninguém tinha colocado a questão de saber se o fenômeno seria devido a fraudes e deixa mesmo insinuar que poderiam ter sido produzidos pelo joelho, pelos artelhos ou pela cavilha! Outros irão até dizer que a mais jovem das meninas era ventríloqua! Essas afirmativas gratuitas, sem fundamentos, não podem explicar os efeitos dos fenômenos constatados, e sua autenticidade confirmada por comissões hostis e fanáticas.


Fonte: http://www.espirito.org.br

8 de abril de 2017

A Hora Morta ( Psicodelismo ou Pesadelo ? )





Em qualquer cidade, em qualquer país, vá a qualquer instituição mental ou manicômio que você pode visitar. Quando você chegar à recepção, peça para visitar alguém denominado como “O Portador da Imaginação". O recepcionista perguntará se você traz certeza consigo. Um sim bastará. O atendente hesitará a te olhar nos olhos, faça o mesmo. Ele o conduzirá sem pronunciar palavra nenhuma, siga-o, mantenha o silêncio.

Logo você se encontrará andando por corredores estreitos e umbrosos, o seu guia sumirá na escuridão. Siga em frente. O chão gradualmente se alagará e começará a sensação de ser observado, não pare, não olhe para trás e não fique ofegante. Se o fizer, fuja do observador o mais rápido possível, sua única escolha é seguir em frente, pois ele estará atrás de você.
Ao chegar no fim do corredor terá uma porta de madeira desgastada, bata três vezes, se não houver resposta entre. Caso esteja sendo perseguido pelo observador você tem mais chances de ouvir uma voz rouca e infantil pronunciando um sonoro “não”. Se isso acontecer a porta estará trancada. Será eminente a aproximação do observador, ele te levará ao seu pior pesadelo, onde encontrará uma dolorosa morte.
Ao entrar a porta se fechará atrás de você, e começaram a bater. Estará em uma sala enorme, um vazio desesperador tomará conta de sua alma O chão é composto por ladrilhos pretos e brancos limpíssimos. Haverá pilastras em ruínas por toda a sala, mas não há teto. O céu estará nublado coberto por tudo que você imaginar em tons acinzentados. Um medo absoluto te deixará tonto, mas continue.
No fim da sala terá uma criança gritando por ajuda, você não pode salvá-la então não tente. Quando o cadáver começar a se decompor você sentirá uma curiosidade mórbida, pois terá um relógio de bolso onde deveria estar o coração do defunto. Ignore os sussurros em sua mente, não toque no relógio. O morto só responderá uma pergunta. “O que é real?”
A resposta será obtida com um detalhamento rico, o cadáver só parará de falar quando o ouvinte entender. Quando isso ocorrer, você vai acordar confortável em sua cama serão por volta de 3 da manhã. As informações não serão esquecidas. Lembre-se não importa o quanto você pense isso, não foi um sonho.




Historia de não minha autoria , Terror é outro nível .

7 de abril de 2017

O Caso Dália Negra (Elizabeth Short) 18+

Elizabeth Short era bela moça que almejava o sucesso e alcançou a fama de uma forma bem fúnebre. Conheça uma das histórias mais misteriosas de Hollywood. Um eterno caso sem solução, o Caso Dália Negra.

Elizabeth Short era bela moça que almejava o sucesso e alcançou a fama de uma forma bem fúnebre. Conheça uma das histórias mais misteriosas de Hollywood. Um eterno caso sem solução, o Caso Dália Negra.


Antes de iniciarmos o estudo sobre o assassinato da Dália Negra, vale advertir ao leitor que este caso tem a característica de produzir aficcionados! De fato, é o caso de assassinato mais notório do século XX, despertando a curiosidade de milhares de pessoas ao redor do Mundo. Isto nos leva a um questionamento: Por que um assassinato simples (de uma única pessoa) causou, e causa, este “turbilhonamento emocional” em todas as pessoas que tomam conhecimento deste obscuro caso ocorrido no final da década de 40?
            A resposta estaria na brutalidade com que o corpo da jovem fora violentado e dilacerado?
            Estaria no fato de a morte trágica de uma bela jovem ser sempre traumático para os que vivem e especulam como seria o seu futuro?
            Seria o fato de o criminoso não ter deixado pistas que a polícia pudesse seguir, fazendo com que este se transformasse, por tanto tempo, em um caso sem solução?
            Seria pelo fato de que o corpo dilacerado e inanimado da jovem fora deixado de forma a montar meticulosamente uma imagem surreal, como se o assassino estivesse tentando deixar uma mensagem artisticamente macabra para a humanidade?
            Seria, ainda, a imediata participação da mídia, a qual fez com que o caso, em poucos dias, fosse apresentado ao Mundo, com todos os detalhes terríveis, bem como a frustração da polícia em desvendar o crime?


QUEM FOI ELIZABETH SHORT ? 


Elizabeth Short nasceu em Hyde Park, subúrbio de Boston, a 29 de julho de 1924 e vivia com sua mãe em Madford, Massachusetts. Filha de Cleo e Phoebe Short, possuía mais quatro irmãs. Seu pai, Cleo, abandou a família em 1930, e então a Sra. Phoebe assumiu sozinha os encargos de criar as cinco filhas. Em 1942, Elizabeth Short era uma jovem muito atraente e estava cursando o segundo ano do ensino médio quando resolveu abandonar tudo e seguir para Miami, onde conseguiu um emprego de garçonete. Em Miami conheceu o major aviador Matt Gordon Jr., com quem passou a se corresponder com frequência.
Em janeiro de 1943 viajou para Santa Barbara, California, onde conseguiu um emprego no Posto de reembolsável da Base Militar de Camp Cook. Sua permanência aí também foi curta, pois descobriu que seu pai vivia em Villejo, localidade próxima onde ela estava. Numa aproximação com o pai, acabou indo morar com ele, mas como a convivência entre ambos não foi satisfatória, Beth retornou para Santa Barbara em setembro de 1943.

            A jovem admirava a farda militar e gostava de frequentar os bares e clubes noturnos, onde ficava rodeada de militares. A 23 de setembro, logo ao retornar a Santa Barbara, foi presa por consumir bebida alcoólica; ela tinha apenas 19 anos. Em acordo com as autoridades, foi liberada para retornar à casa de sua mãe em Madford.

            Durante todo o período da guerra continuou escrevendo para seu namorado, o major Gordon, e, em abril de 1945, ele a propôs casamento. Beth estava pronta para ser a esposa de um oficial e levar a vida que ela planejara para si, por isso aceitou o pedido.

            Esta estória poderia parar por aqui com um “...e viveram felizes para sempre...”, contudo quando o major Gordon retornava para casa no inverno de 1945 sofreu um acidente na Índia e morreu.

            Desorientada saiu de casa novamente para a Florida, arranjando um emprego, também de garçonete, em Miami Beach. Novamente, desiludida retornou a Madford em fevereiro de 1946. Desta vez foi trabalhar como caixa num cinema. Este trabalho deve ter acendido suas esperanças de sucesso, pois era uma jovem muito bonita e gozava de certa liberdade, não seria difícil imaginar uma carreira promissora como atriz em Hollywood. Assim, partiu em abril daquele ano para a California com destino ao glamour de Hollywood.

            Em Hollywood passou por várias pensões e hotéis, dividindo quartos com diversas outras garotas durante todo o restante do ano de 1946.

            O sonho de estrear no cinema, ostentando um nome artístico famoso seria realizado, mas não em vida. Até então ela era apenas Elizabeth Short, vista com vida pela última vez a 9 de janeiro de 1947 ao sair do bar do Hotel Biltmore.

O CRIME


            Era manhã, por volta das 10:30h, quando uma mulher residente local que caminhava com sua pequena filha encontrou o corpo jogado na grama próximo a calçada, no cruzamento da 39th Street e Norton Avenue em Leimart Park, Los Angeles. Atônita e mal podendo falar dirigiu-se a algum local nas vizinhanças e ligou para a polícia.

            O repórter do Los Angeles Examiner, Will Fowler, que escaneava as frequências da polícia em busca de furos jornalísticos, e seu fotógrafo, Felix Paegel, foram os primeiros a chegar à cena do crime. Esperavam encontrar um homem bêbado caído ao lado da calçada, mas o que encontraram foi o corpo de uma bela jovem seccionado ao meio na altura do tórax, com algumas outras mutilações.
            Como chegaram antes dos policiais, ficaram livres do tradicional isolamento da área do crime e puderam tirar cuidadosamente suas fotos que chocariam o Mundo inteiro.








 Em alguns minutos chegaram os primeiros policiais fardados da LAPD’s University Division e, em seguida, os investigadores Harry Hansen e Finis Brown, designados para o caso.
            A disposição do corpo revelava certo cuidado por parte do assassino. Ele não jogou apenas os restos mortais no terreno, mas os dispôs na posição correta, tronco e braços acima e pélvis e pernas abaixo, guardando o cuidado de manter um desalinhamento e separação entre uma e outra parte, para que se percebesse, logo à primeira vista, que estavam separados. Os braços foram colocados acima da cabeça como indicando uma pose artística. A boca da vítima fora rasgada quase que de orelha a orelha, lembrando um macabro sorriso.

            Não havia sangue espalhado, como seria de se esperar de um corpo tão severamente mutilado; também não havia qualquer fragmento de osso que indicasse uma ação com instrumentos grosseiros e inadequados.

            Os detetives encontraram próximo ao corpo alguns sacos de cimento (vazios) com traços de sangue, possivelmente utilizados para carregar o corpo de um carro até o local onde foi depositado no chão. Também encontraram pegadas de sapato impressas com sangue, certamente do assassino.

            Como nenhuma identificação fora encontrada perto da vítima, ela recebeu a denominação de “Jane Doe Number 1” e o corpo foi removido para autópsia.

            No dia seguinte o chefe legista do município de Los Angeles, Dr. Frederic Newbarr, divulgou seu laudo que dava como causa mortis“hemorragia e trauma devido a contusão cerebral e lacerações na face”, resultante de múltiplos golpes com instrumento contundente.  A incisão no corpo fora realizada pelo abdômen e, então, através do disco intervertebral entre a segunda e a terceira vértebras lombares, num procedimento chamado hemicorporectomia. Certamente um trabalho de um profissional da medicina treinado em cirurgia. Dr. Newbarr estimou a hora da morte em cerca de 24 horas antes do corpo ser encontrado, portanto por volta das 10:30 h do dia 14 de janeiro de 1947. O assassinato ocorreu em outro lugar, onde se deu o procedimento cirúrgico, e após o corpo foi transportado para o local onde foi encontrado.

Neste momento ainda não se conhecia a identidade da vítima. Como havia uma grande ânsia de se resolver o caso, a Polícia de Los Angeles permitiu mais uma vez que a imprensa tomasse à dianteira nos procedimentos; assim, o editor do jornal Los Angeles Examiner propôs aos detetives utilizar o moderno equipamento de foto fac-simile do jornal para transmitir o cartão com as digitais da vítima para o escritório de Washington, de onde agentes do FBI poderiam rapidamente levá-lo para a Seção de Identificação. Este procedimento permitiu que a polícia chegasse rapidamente a identidade da vítima, mas deu mais material para que  jornal explorasse o caso. A jovem assassinada era Elizabeth Ann Short, de 22 anos.

O CASO DÁLIA NEGRA


            O caso do assassinato da Dália Negra tomou vulto e notoriedade jamais superados no século XX. É verdade que as circunstâncias e componentes do caso são traumáticos: assassinato de uma jovem tão bonita, a crueldade aplicada tanto na morte quanto na mutilação posterior do corpo, a falta de pistas do criminoso, etc. Contudo, podemos apontar como um dos fatores determinantes para a notoriedade do caso, o grande envolvimento da imprensa.

            De fato, a rápida chegada da imprensa ao local, com possibilidades de fotografar o cadáver antes que a polícia fizesse seu isolamento e a fácil aceitação do LAPD (Departamento de Polícia de Los Angeles) da contribuição da imprensa no caso, manipulando evidências (e noticiando-as também), permitiu a divulgação do caso numa escala jamais vista. Exemplo disso é o fato de que a tiragem do jornal Los Angeles Examiner no dia 16 de janeiro foi a maior deste jornal, somente superada pela edição especial do dia da Vitória.

            Outra contribuição da imprensa para o caso que definitivamente o tornou uma notoriedade foi o nome dado à vítima, Dália Negra. Elizabeth Short em vida nunca teve um nome artístico, porém o nome que a imprensa lhe deu jamais será esquecido. Este nome provavelmente foi inspirado num romance de Raymond Chandler,The Blue Dahlia, que retratava uma estória de assassinato e mistério; e fora filmado em Los Angeles no verão de 1946.

            A “contribuição” da imprensa aparentemente prejudicou muito o curso da investigação, haja visto que logo após ser noticiado várias pessoas se entregaram à polícia de Los Angeles alegando serem os verdadeiros assassinos da Dália Negra, confundindo o curso da investigação e gastando muitas horas-homem de cansativas investigações. Levando-se em conta que mais de 50 pessoas assumiram a autoria do crime, o trabalho dos investigadores quase se inverteu, deixando de procurar provas que incriminassem determinado suspeito para procurar provas que inocentassem o suposto assassino réu confesso!


O CASO DO ASSASSINO DO BATOM VERMELHO

            Utilizando a parceria da imprensa, o LAPD (Los Angeles Police Departament) resolveu mudar de tática e aceitar um dos confessores, Joseph Dumais, deixando publicar que o caso estava resolvido, mesmo tendo provas que Dumais não era o criminoso, apenas um desequilibrado. A tática consistia em utilizar o egocentrismo do assassino contra ele mesmo e forçá-lo a se entregar. Acreditava-se que, sendo outra pessoa reconhecida como o autor deste crime notório, o assassino se sentiria roubado em sua fama e daria um novo passo se entregando ou cometendo algum erro que o denunciaria.

            Sua reação foi a pior possível e inesperada. Além de não se entregar, cometeu outro assassinato. A vítima foi Jeanne French, uma aspirante a atriz que ganhara alguma fama em Los Angeles, posteriormente havia trabalhado como enfermeira e fora uma das primeiras mulheres a adquirir o brevê de piloto nos Estados Unidos. Seu corpo foi encontrado nu a 10 de fevereiro de 1947 (apenas dois dias após ter sido noticiado a prisão de Joseph Dumais e o fim do caso Dália Negra) em um lote vazio na Grandview Avenue, cerca de 7 milhas de onde fora encontrado o corpo de Elizabeth Short. Em seu corpo fora escrito com batom vermelho FUCK YOU e assinado B.D. (Black Dahlia).

Jeanne sofrera vários golpes no tórax, rosto e cabeça e teve sua boca cortada à semelhança de Elizabeth Short. A causa mortis foi determinada como resultado da perfuração do coração por uma das duas costelas quebradas pelos golpes. Logo após este crime, e fracassada a tática da polícia, Dumais foi solto e considerado apenas um desequilibrado. A imprensa se apressou em apelidar o caso de Assassino do Batom Vermelho.
            A autoria deste crime foi, inicialmente, ligado ao Caso Dália Negra, contudo a falta de provas fez com que os crimes fossem tratados separadamente e continuam a compor o rol deCold Cases do LAPD. Muita coisa se falou e se investigou sobre o caso Dália Negra, contudo nunca se ultrapassou a barreira de uma simples coletânea de indícios circunstanciais. O primeiro investigador designado para chefiar o caso, Harry Hansen, aposentou-se vinte e três anos depois sem esconder a sua frustração com o caso não resolvido. Outros investigadores que o sucederam, da mesma forma, se aposentaram sem qualquer progresso.


O ASSASSINO

            Muitos anos após, e estando quase esquecido o crime, um detetive aposentado do LAPD, chamado Steve Hodel lançou novas luzes sobre o caso. Em 1999, após a morte de seu pai George Hodel, encontrou um intrigante álbum de família composto por fotos de pessoas que aparentemente significavam muito para ele e que guardara com muito cuidado durante várias décadas. As pessoas que apareciam nas poucas fotos eram duas de suas ex-esposas, alguns de seus filhos, a nora (do primeiro casamento de Steve) e, curiosamente, duas fotos de Elizabeth Short, aparentemente pouco tempo antes do assassinato. Em uma destas fotos, Elizabeth Short aparentemente estava nua ( a foto fora recortada para ficar do mesmo tamanho das demais e mostrava apenas seu rosto e parte dos ombros nus).

            Desde este momento Steve iniciou um intenso trabalho de investigação sobre seu pai, George Hodel, o qual praticamente desconhecia, pois o estilo de vida e a postura distante da família que assumira durante toda a sua vida formava uma verdadeira muralha em volta de seu caráter e de seus atos durante toda a sua vida. Suas descobertas foram assustadoras, revelando George Hodel como um homem excêntrico, de extrema inteligência e capaz de realizar atos dos mais brutais já imaginados. As diversas ligações de George Hodel com o caso (embora circunstanciais) parecem não deixar dúvidas de que ele foi realmente o autor deste bárbaro crime, além de muitos outros. No entanto viveu livre e confortavelmente até os últimos de seus dias com mais de 91 anos.


GEORGE HODEL



            Desvendar George Hodel foi uma tarefa que demandou muitos anos de investigação de seu filho Steve Hodel. O resultado de suas pesquisas foram inicialmente divulgadas no seu livro The Black Dahlia Avenger, lançado em 2003 nos Estados Unidos.

            George Hill Hodel Jr., filho de imigrantes russos, nasceu em Los Angeles em 1907. Seus pais se preocuparam muito com sua formação intelectual e educação formal. Aos 9 anos de idade já era um exímio pianista e fora escolhido para dar um recital para a comissão belga que fora aos Estados Unidos para as celebrações aos franceses. Seu QI excepcional, 186, situava-se um ponto acima do de Albert Einstein, o que lhe rendeu vários anos no programa de pesquisa de QI do Dr. Lewis Terman.

            Em 1923, com apenas 15 anos, ingressou no California Institute of Technology em Pasadena. Porém, sua prodigiosa carreira como engenheiro químico foi interrompida pela sua expulsão resultante de sua tendência para o lado obscuro da vida (as razões são incertas, informa-se que foi por motivo de ter engravidado a esposa de um membro da faculdade ou por jogar poker, jogo proibido).

            Trabalhou inicialmente como motorista de taxi e em outros pequenos empregos. Trabalhou também como jornalista, porém em 1928 ingressou no programa médico da University of California em Berkeley, onde se graduou em 1932. Por volta desta época, estava casado com Emilia, sua primeira esposa, e já tinha um filho chamado Duncan, quando então conheceu Dorothy Anthony. Seu poder persuasivo convenceu as duas mulheres em reunir todos numa única família. Dorothy deu à luz uma filha, Tamar.

            Por volta de 1939, estava trabalhando no L. A. Country Health Department, já desvencilhado de Emilia e Dorothy, passou a viver com outra Dorothy, Dorothy Huston, a quem chamava de Dorero para que seus amigos não confundissem com sua esposa anterior. Desta união nasceu Steve e outros dois irmãos. Futuramente se casaria com June, sua última esposa.

Em 1945 foi admitido na UNRRA (United Nations Relief and Rehabilitation Administration), indo trabalhar, no início de 1946, na China. Lá, embora fosse civil, possuía o posto honorário e as honras de general de três estrelas. Retornou a Los Angeles em setembro de 1946.

            Algumas de suas amizadas demonstram bem o seu estilo de vida. Sua grande vocação para fotografia o aproximou do famoso artista surrealista Man Ray, o qual mantinha contato muito próximo, com prolongadas reuniões noturnas regadas a whisky e a entorpecentes, como cocaína. O próprio George Hodel pousou para várias fotos de Man Ray.

            Em 1949, apenas dois anos após o assassinato da Dália Negra, George Hodel foi preso por estuprar sua filha, Tamar, de apenas 14 anos.

            Tamar contou à polícia que George a drogou e a obrigou a fazer sexo oral com Fred Sexton que, em seguida, copulou com ela; tudo na presença de George e mais duas mulheres. Da mesma forma, após Sexton, George Hodel também a obrigou a fazer sexo oral e copular com ele. Ainda contou que, na sequência, uma das mulheres fez sexo oral com a garota. Tamar também contou que meses antes fizera um aborto patrocinado por seu pai George Hodel.

            Durante o julgamento, Fred Sexton admitiu ter feito sexo com Tamar, também uma das mulheres que os acompanhavam admitiu ter feito sexo oral na garota.

            O processo que fora um grande escândalo em Hollywood, e figurava como uma condenação certa por incesto, sofreu um grande revés. George Hodel ao testemunhar convenceu a todos de que era apenas uma sessão de hipnose onde nada de mais acontecera; que Tamar era uma mentirosa compulsiva e seu lugar não era perante o júri e sim numa clínica psiquiátrica; além de afirmar que as testemunhas que admitiram o caso o fizeram apenas porque lhes haviam oferecido um acordo para prendê-lo (o acordo com a justiça realmente existia, embora fosse para confessarem e não mentir). O final foi a absolvição de Hodel e a completa desmoralização de Tamar.

            Décadas depois, a filha de Fred Sexton afirmou a Steve Hodel que sabia que Tamar não estava mentindo pois seu pai a violentara diversas vezes entre os 8 e 14 anos de idade.


SADISMO SURREAL



The Fantasies
 (Man Ray e às fantasias de Mr Seabrook-1930)

 
            As ligações íntimas entre o artista/fotógrafo surrealista Man Ray e George Hodel, conforme estudos de Steve Hodel, foram muito além da vocação para fotografias de George. Eles realmente dividiram ideias e concepções muito distorcidas da realidade. Steve Hodel em nada exagera ao demonstrar a influência de Man Ray em George Hodel. De fato, este o tratava como um verdadeiro mentor, oferencendo-lhe diversas recepções noturnas em sua mansão.
            Numa rápida pesquisa no Google, procurando-se o nome MAN RAY e selecionando imagens, poderemos encontrar um obra sua de 1930 que muito bem parece inspirar o assassinato de Elizabeth Ann Short: The Fantasies.


Uma breve comparação com as lacerações sofridas por Elizabeth Short deixa claro que o trabalho fora realizado por, pelo menos, mais uma ou duas pessoas que se deleitaram num ritual de sadismo cruel.

Três comparações não podem deixar de serem feitas: primeiro, observando-se o punho da mão direita, sugere-se que a vítima estava amarrada pelos membros para um ritual sádico; segundo, sua púbis fora retalhada com uma faca, deixando diversos cortes trançados, além de haver uma grande incisão logo acima; terceiro, seu mamilo direito juntamente com a auréola mamária fora estirpado tal como sugere a obra de Ray. Para completar o quadro de ritual sádico, durante a autópsia foi encontrado fezes humanas na cavidade oral, no interior da vagina e nos tecidos da cavidade pélvica.
            Embora Steve Hodel aponte Fred Sexton como suspeito número 2, ou possível co-autor, vale lembrar que Man Ray suportou a pressão até que George Hodel foi preso em 1949 e julgado por incesto com sua filha Tamar de 14 anos. Man Ray se mudou definitivamente de Los Angeles apenas dois meses após o término do julgamento, indo morar na França, bem distante do LAPD!


DÁLIA NEGRA NO CINEMA



           Finalmente,  depois de mais de cinco décadas de sua morte, Elizabeth Short realizou seu sonho, estreando nas telas de Hollywood com um filme que carrega seu “nome artístico” de grande força: Black Dahlia.
            O romance não procurou retratar a vida de Elizabeth Short e sim as consequências (principalmente psicológicas) do seu assassinato para a vida de Los Angeles, mas especificamente de Hollywood.
            Atualmente já se sabe o bastante sobre a vida de Elizabeth Short e de George Hodel (mais aceito como possível assassino), sendo assim uma nova produção na “grande tela” mais baseada na história real certamente poderá causar maior impacto que o atual filme baseado no romance de James Ellroy.


DÁLIA NEGRA NA HISTÓRIA




      Muitos pesquisadores se dedicaram anos a fio para reconstruir a história do assassinato de Elizabeth Short e desvendar o caso “Dália Negra”. Cada trabalho publicado colocou mais alguns tijolos nesta obra macabra da humanidade. Alguns destes fazem o deleite daqueles que já se tornaram aficcionados pelo caso e valem ser lidos. Como falamos no início, é muito difícil conhecer um pouco da história deste assassinato e não querer saber mais.

REFERÊNCIAS

GILMORE, John. Severed, the true story of Black Dahlia. Amok Books. 2°Ed. Los Angeles, 2006.

HODEL, Steve. Black Dahlia Avenger, the true story. Harper. New York. 2004.

HODEL, Steve. Most Evil. Avenger, Zodiac, and the Further serial murder of Dr. George Hill Hodel. Dutton. New York, 2009.

HODEL, Steve. Black Dahlia Avenger II, the true story. Thoughtprint. New York, 2012. (interessante complemento de mais seis anos de investigação)