Novidades

19 de novembro de 2017

Caso Ônibus 174

Passageira é morta após Sandro do Nascimento invadir o ônibus 174, no Rio. Ele morreu asfixiado em camburão da polícia.

No dia 12 de julho de 2000, Sandro Barbosa do Nascimento, 21 anos, foi morto pela polícia após manter reféns por cerca de cinco horas em um ônibus de linha no Rio de Janeiro. Antes de morrer, Sandro matou uma das reféns. O sequestro do ônibus 174 foi transmitido ao vivo pela TV.

Sandro cresceu nas ruas do Rio de Janeiro. Sua mãe foi abandonada por seu pai quando ela estava grávida. Com seis anos, ele testemunhou o assassinato de sua mãe, a facadas, na favela do Rato Molhado, onde moravam. Grávida de cinco meses, caiu sobre uma faca que havia sido cravada em suas costas.
Após a morte da mãe, foi morar com a tia, mas fugiu e virou menino de rua. Em 1993, Sandro testemunhou – e sobreviveu – a mais um crime, a chacina da Candelária, na qual oito meninos de rua foram mortos por policiais.
Usuário de drogas, cometia crimes para manter o vício. Amigos da rua diziam que ele cheirava muita cola e cocaína. Ficou preso em uma instituição para menores infratores e, no momento do sequestro, era fugitivo – cumpria duas condenações, por furto e roubo a mão armada. Sandro não tinha documentos.
Às 14h25 do dia 12 de julho de 2000, quando estava em frente ao hospital da Lagoa, na rua do Jardim Botânico, Sandro fez sinal para o ônibus 174, que fazia o trajeto Gávea – Central do Brasil. De bermuda , camiseta, chinelo e revolver 38 à mostra, pulou a catraca e sentou-se em um banco perto da janela. Um dos passageiros notou a arma e sinalizou para um carro da polícia.
Dois policiais interceptam o ônibus em frente ao Clube Militar, e o sequestro tem início. O motorista, o cobrador e vários passageiros conseguem fugir de dentro do ônibus. Porém, Sandro fica com cerca de dez reféns.
Às 14h40, mais policiais chegam ao local e começam as negociações. O Bope (Batalhão de Operações Especiais), tropa de elite da polícia carioca, é chamado para conduzir a negociação com Sandro. Os policiais, sem saber o nome do criminoso, passam a chamá-lo de Sérgio. O sequestrador pede o boné de um policial militar, que passa a usar virado para trás.
Sandro parece visivelmente alterado. Em um determinado momento, ele pede para a refém Luciana Carvalho dirigir o ônibus para saírem do local. Nesse momento, ele se queixa da presença da imprensa e diz para a polícia tirar os fotógrafos e cinegrafistas de perto do veículo. A polícia ainda não tinha isolado a área.
Às 15h48 Sandro atira contra o pára-brisa do ônibus para intimidar a polícia e a imprensa, sem acertar ninguém. Com o passar do tempo, ele começa a falar para as câmeras que o filmavam. “Eu acho que a televisão permitiu que ele se sentisse poderoso”, afirma uma das reféns, no documentário “Ônibus 174”, de José Padilha. “Na medida em que ele sabia que estava sendo filmado e queria ser filmado.”
De acordo com os reféns, ele os obrigava a chorar e a gritar, para que a situação dentro do ônibus parecesse ainda mais dramática. Inicialmente, ele não faz nenhuma exigência. Sandro diz aos reféns que não quer se entregar pois teme ser morto pelos policiais ou na cadeia.
Às 16h02, o refém Carlos Leite Faria, 35 anos, pula a janela do veículo e é brevemente detido como suspeito de ser cúmplice de Sandro. Meia hora depois, Sandro olha para um refém, vê sua bolsa e questiona se o rapaz é estudante. Ao receber uma resposta positiva, afirma: “Então vai embora que você deve estar atrasado”. William Nunes de Moura, 28 anos, sai do ônibus e diz que Sandro parece estar drogado e grita muito.

A refém Janaína Lopes Neves, de 23 anos, é obrigada a escrever com batom no para-brisa do ônibus: “Ele vai matar geral às 6h. Arrancaram a cabeça da mãe dele”. Outras frases como “ele tem um pacto com o diabo” também foram escritas pela refém.
Às 17h24, Damiana Nascimento de Souza é libertada após dizer para Sandro que tinha um irmão na cadeia. Ela já havia sofrido dois AVCs (acidente vascular cerebral) anteriormente e estava passando mal. No episódio, ela sofreu mais um AVC, perdendo a fala e os movimentos do lado esquerdo do corpo.
“Da mesma forma que vocês é perverso (sic), eu também não sou de bobeira não”, grita Sandro de uma das janelas do ônibus. Apontando a arma para a cabeça de uma das reféns, ele afirma que irá matá-la às 18h “para o Brasil inteiro ver” se não receber uma granada. “Há 15 anos, arrancaram a cabeça da minha mãe”, continua. “Eu não tenho nada a perder não.”
Na opinião de psicólogos e cientistas sociais, ele prolongou a situação pois ali sentiu-se poderoso, deixou de ser um menino de rua “invisível”, indiferente aos outros, como sempre fora.
Fazendo ameaças e falando descontroladamente, ele menciona as chacinas de meninos de rua de Vigário Geral e da Candelária. “Vocês não mataram meus amigos na Candelária? Eu tava lá.”
O tenente-coronel José Oliveira Penteado, responsável pelo comando da operação, queria que algum membro do Bope atirasse em Sandro, e atiradores foram posicionados. A localização do sequestrador favorecia uma ação desse tipo: Sandro estava em um ônibus cercado por janelas que permitiam vê-lo.
Ele, inclusive, colocou a cabeça para fora do ônibus diversas vezes. Segundo policiais presentes na ação, houve mais de dez oportunidades para se efetuar um disparo na cabeça de Sandro sem colocar os reféns em risco. No entanto, Penteado recebe várias ligações de autoridades não reveladas dizendo para não matar o sequestrador.
Às 17h38, Sandro coloca um lençol na cabeça de Janaína e diz que irá matá-la. O sequestrador coloca Janaína no chão do ônibus e vai a uma janela, com outra refém, para exigir R$ 1.000, duas granadas e um fuzil.
Sandro então dispara para baixo, supostamente na direção de Janaína. A refém que ele segurava consigo põe a cabeça para fora da janela e diz que ele matou a garota no chão. Do lado de fora, não é possível ver o que acontece com Janaína, que finge ter sido atingida. O sequestrador ameaça matar outra mulher. Segundo as reféns, ele mudava muito de planos.
Às 18h44, um homem de muletas é libertado. Em seguida, sem aviso prévio, ele sai do ônibus usando a refém Geísa Firmo Gonçalves, de 20 anos, como escudo humano. Ele segura Geísa pelos cabelos, aponta o revólver contra sua cabeça e diz aos policiais que esta é a última chance de negociação, senão ele irá matar a refém e suicidar-se.
Escondido na frente do ônibus, um policial do Bope, soldado Marcelo Oliveira dos Santos, 27 anos, aproxima-se de Sandro lentamente pelo lado direito, tentando não ser notado. Porém, quando ele prepara sua submetralhadora HK para atirar, Sandro vira a cabeça em sua direção. O policial erra o tiro e acerta de raspão o queixo de Geísa.
O sequestrador atira nas costas da refém, e ambos caem no chão. Ele faz ainda dois disparos em Geísa antes de ser desarmado. Para os trinta e cinco milhões de brasileiros que acompanham ao vivo pela TV, a impressão é a de que ele havia sido atingido.
A multidão de curiosos avança na direção do sequestrador com a intenção de linchá-lo. Com dificuldade, a polícia coloca Sandro em um camburão, onde ele morre por asfixia. Segundo os policiais que estavam dentro do carro, ele estava muito agressivo, tendo quebrado o braço de um policial e mordido outros. A solução, segundo os policiais, foi fazer ele desmaiar por meio de uma “gravata”.
Policial socorrendo a vitima
A polícia afirmou posteriormente que o soldado que atirou agiu por iniciativa própria – homens do Bope têm esse grau de autonomia. A ação policial foi criticada por uma série de erros e falhas durante a ação: a área demorou para ser isolada, o sequestrador não foi morto quando ele estava mais vulnerável, ou seja, dentro do ônibus, a arma usada por Santos era inadequada, os policiais não tinham rádio e comunicavam-se por sinais, entre outras.
Os dois policiais acusados de assassinar Sandro foram considerados inocentes por um júri popular. A perícia mostrou que Geísa foi atingida por quatro disparos: o primeiro, feito pelo policial, de raspão no queixo, e os outros três, de Sandro – dois no torax e um no braço.
Além do documentário de José Padilha, feito em 2002, o sequestro também foi adaptado para o cinema em “Última Parada 174” (2008), dirigido por Bruno Barreto. Após o crime, a linha 174 mudou de número para 158.

 FONTE:http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/crimes/caso-onibus-174/n1596994175871.html

18 de novembro de 2017

As Faces de Bélmez


Casa de Maria

Tudo começou em agosto de 1971, quando María Gómez Cámara, residente da cidadezinha de Bélmez de la Moraleda, situada na província de Jaén, notou algo estranho no piso da cozinha de sua casa. A mulher percebeu que havia uma mancha se formando no chão, mas, em um primeiro momento, não teria dado muita bola para a coisa toda. Afinal, quem nunca derrubou molhos e outras coisas enquanto cozinhava e teve dificuldades para se livrar dos vestígios depois?!

É claro que María tentou limpar a mancha do piso, mas, com o passar dos dias, ela se deu conta de que, em vez de desaparecer, o borrão estava se tornando cada vez maior. E mais: além de estar aumentando de tamanho, a marca estava tomando a forma do que parecia ser um rosto humano.
Assustada, María teria aplicado todo tipo de produto de limpeza sobre a mancha e, ao ver que ela não sumia, a mulher mostrou a estranha imagem para o marido e o filho, e o trio decidiu arrancar o piso e aplicar uma camada de cimento no chão da cozinha. O problema é que, cerca de uma semana depois, outro rosto começou a se formar no novo pavimento — e não demorou até que rumores sobre a estranha mancha começassem a circular por Bélmez.

Boatos

Segundo relatam algumas fontes, o caso acabou chegando aos ouvidos do prefeito da cidade, e ele, por sua vez, teria mandando um fragmento do piso para ser analisado. Então, um time de especialistas foi enviado até a residência de María e, após dar uma olhada na cozinha, foi decidiu que escavações seriam conduzidas para tentar descobrir o que poderia ser a causa das persistentes manchas.

Dizem que os trabalhadores encontraram diversos esqueletos medievais enterrados sob a cozinha de María, a pouco mais de três metros de profundidade, e que alguns crânios dessas ossadas estavam faltando. Os corpos — alguns datados do século 13 — foram removidos, novamente sepultados em um cemitério católico local e o chão da residência reparado. No entanto, de acordo com os relatos, isso não impediu que os rostos voltassem a aparecer.
Aproximadamente duas semanas depois de um novo piso ser colocado na cozinha de María, novas manchas voltaram a surgir e, ao longo das décadas seguintes, diversas faces teriam se formado no chão da residência. De acordo com os testemunhos, os rostos que apareciam eram, em sua maioria, de mulheres e crianças, e era comum que um fosse sobreposto por outro diferente — o que muitas vezes acontecia em intervalos de poucas horas. Na época, a notícia sobre as aparições se espalhou por todo o mundo, e inúmeros pesquisadores, céticos e especialistas em eventos paranormais foram até Bélmez investigar o caso. Evidentemente, as imagens também atraíram muitos curiosos, e a casa de María se transformou em um ponto de peregrinação.

Segundo dizem, análises realizadas em fragmentos obtidos do piso da cozinha apontaram que não havia nenhum tipo de tinta ou pigmento nas amostras. Além disso, diversos testes teriam sido conduzidos no local — incluindo um que consistiu em vedar portas e janelas com cera e cobrir o chão com tecido durante um período de três meses. Curiosamente, o experimento teria apontado que os desenhos tinham evoluído sozinhos no decorrer desse tempo.


Mas... e ai ?


O caso das “Faces de Bélmez” chegou a ser considerado como um dos fenômenos paranormais mais importantes e bem-documentados do século 20, e diversas teorias foram propostas ao longo dos anos para explicar o surgimento das imagens. Mas, como você bem pode imaginar, muitos pesquisadores afirmaram que a coisa toda não passou de uma elaborada farsa.

Entre os argumentos dos céticos está o fato de alguns testes terem apontado que os desenhos teriam sido criados por meio de uma simples mistura de vinagre com fuligem, sem falar que María e sua família teriam começado a cobrar uma pequena taxa dos curiosos e turistas que queriam ver as imagens. Ademais, de acordo com os incrédulos, na ausência de María, o aparecimento dos rostos parecia cessar.
Outro fator apontado pelos céticos é o contexto cultural em que a coisa toda se deu, uma vez que Bélmez se encontra na Andaluzia, uma região da Espanha onde as tradições ciganas e católicas muitas vezes se confundem, dando origem a uma fusão de crenças que misturam superstição e religião. Contudo, segundo dizem por aí, María faleceu em 2004, e os rostos continuaram a aparecer — embora de mais vagos e menos definidos do que os de antigamente. E você, caro leitor, o que acha?
FONTE:https://m.megacurioso.com.br/misterios/103289-voce-ja-ouviu-falar-do-intrigante-caso-das-faces-de-belmez.htm

13 de novembro de 2017

O Acidente Da Service Com


Era noite e o ônibus da Service Com ia partia com seus funcionários recém contratados para a hidrelétrica de Ahsville. Todos os empregados estavam empolgados com o novo emprego, muitos por serem o primeiro emprego e outros por terem conseguido algo melhor, alguns desempregados a tempo não via à hora de começar a suar a camisa para ganhar o pão da família honestamente, em meio aos “peões” muita conversa, uns nervosos e ansiosos, porem alegres. Os familiares estavam em casa, alguns na rodoviária despedindo dos empregados em meio a choros de tristeza pela distancia, porem felizes pela oportunidade. O ônibus partiu de Danvincity às 20H a viagem era prevista para 11H de trajeto, no entanto chegariam a seus alojamentos em Ashville às 6H da manha. 

O ônibus partiu e a viagem seguiu tranquila até certo percurso onde o nevoeiro aumentou e tapou bem a visão do motorista e de alguns que ainda estavam acordados no meio da madrugada, o motorista queria diminuir o tempo de percurso e estava com alguns rebites para o manter acordado na cabeça a fim de não dar prazo, trocar de motorista era impossível já que não tinha outro ali no veiculo, com o passar do tempo e com o gingado do ônibus o sono começou a apertar, um dos trabalhadores levantou e foi até o banheiro, estava tenso e inquieto, notou que todos estavam dormindo e por estar sem sono resolveu fazer companhia ao motorista, chegando lá teve um susto, notou que o mesmo estava cochilando, desesperado acordou-o de forma brusca, assustado o motorista deu um golpe no volante fazendo com que o ônibus derrapasse e capotasse quase simultaneamente descendo um barranco de aproximadamente 400 metros. A cena era chocante, escombros para todos os lados, alem de tudo pedaços de pessoas estavam em todo canto da ribanceira, eram braços, pernas, cabeças e pedaços mutilados, era uma verdadeira cena de horror, os policiais e o resgate não acreditavam no que viam os familiares já sabendo estavam em choque total foi um dos acidentes mais assustadores da década, uma das esposas de um dos trabalhadores morreu ao desmaiar no volante indo ao local, tornando a situação ainda mais sinistra e dramática. Algum tempo se passou após o acidente, porem até hoje ele mexe com a cabeça de todos, principalmente os que passam por aquela rodovia e lembram-se do acidente que chocou toda Inglaterra. Nas noites e madrugadas muitos que por ali passavam diziam que viam vultos por entre a mata vultos nítidos e que muitas das vezes viam pessoas próximas ao local do acidente e que ao olhar no retrovisor não era possível ver mais nada, muitos alegaram ver uma mulher próxima ao local do acidente a alguns km atrás. 

Um caminhoneiro certo dia parou em um posto de gasolina e ficou sabendo detalhes do acidente após uma prosa com amigos de estrada, escutou os boatos dos assombrações, porem ignorou o fato e não escuto se quer metade. Após a janta seguiu o rumo sem fazer descanso algum , pegou a estrada e no caminho justamente no local onde a mulher de um dos empregados acidentou viu uma mulher pedindo carona , a fim de ajudar a moça que parecia perdida e desesperada no meio do nada na noite parou seu caminhão e a pegou , com poucas palavras conversaram a mulher dizia apenas que estava atrasada e que seu marido estava logo ali e que era para o caminhoneiro descansar , por ser perigoso pegar estrada cansado  , o motorista então disse que estava acostumado e que não precisava se preocupar e perguntou então onde ela iria ficar , justamente no local do acidente a mulher falou para ele parar e ali mesmo e desceu , o motorista achou estranho pois ali não tinha casa alguma , porem parou e disse para moça se cuidar , seguiu seu percurso e após alguns segundos que acelerou seu caminhão olhou pela janela e se quer sinal da moça , ignorou o fato e seguiu caminho . Na estrada seu caminhão envolveu em neblina em um percurso o efeito do rebite estava acabando e o caminhoneiro dormiu enfiando seu caminhão ladeira abaixo. 

Até hoje o pessoal escuta muito sobre os peões da Service Com, alguns vêem seus fantasmas, e muitos já viram a mulher que sempre avisa, uns escutam a escutam, já outro estão mortos a maioria mortos.
Se copiar colocar devidos créditos, Muito Obrigado!
Ass: Glaucow M Freitas


11 de novembro de 2017

O Cadáver no Quintal



Oliver e Jéssica tinham acabado de se casar e compraram uma casinha para poderem morar juntos. Era uma casinha humilde e simples, mas com certeza era melhor que pagar aluguel. Eles mudaram para a casa e com pouco de tempo eles iriam mobiliando e arrumando pouco a pouco as coisas. Certa noite Jéssica tinha preparado o jantar e chamado Oliver, eles comeram e como não tinham ainda uma TV resolveram sentar perto da porta dos fundos e observar o quintal enquanto batiam um bom papo, passaram se algumas horas quando alguma coisa muito estranha chamou a atenção de Jéssica, uma figura que parecia com uma mulher apareceu no fundo do quintal andando de um lado para outro, como se estivesse perdida.

A esposa então mostrou Oliver que ficou assustado com aquilo, de repente aquela figura sumiu, simplesmente evaporou como em um passo de mágica, Oliver foi ate o lugar pensando que poderia ser alguém invadindo a residencia, mas nada foi encontrado, apesar de muito estranho resolveram deitar após algumas buscas. 

No dia seguinte logo após o jantar fizeram o mesmo, sentaram na porta dos fundos e observavam o quintal foi quando a mesma mulher apareceu no fundo do quintal desta vez executava movimentos desengonçados um tanto quanto estranhos e  a figura parecia mancar muito, porém  desta vez Jéssica mais intrigada reparou que a mulher do quintal estava com uma barriga saliente aparentando uma gravidez, Jéssica descontrolada correu para o quintal afora chamando pela mulher, Oliver achou estranha a atitude de Jéssica que quando chegou perto da suposta mulher, ela simplesmente desapareceu novamente, aquilo estava ficando muito estranho para o casal, foi quando então Jéssica pegou uma pá e começou a cavar o quintal, Oliver ficou olhando e perguntando o que Jéssica estava fazendo, foi quando Jéssica sentiu algo na terra alguma coisa mais sólida no fundo daquele quintal, quando ela puxou a pá achou uma ossada, imediatamente ligaram para a policia que chegou ao local e começou a averiguar, de cara notaram que se tratava de um esqueleto de uma mulher por causa dos quadris largos e junto deste um segundo cadáver. este de um feto.  

Por: Glaucow Freitas
BLOG :http://horrorurbano.blogspot.com/
Se Copiar Colocar Os Devidos Créditos =]

9 de novembro de 2017

A Morte de Deborah Stone


Eventualmente ficamos sabendo de alguma morte em algum brinquedo de algum parque de diversão mundo afora, tais fatalidades já ocorreram até mesmo nos diversos parques da Disneylândia. Hoje falaremos da morte de uma jovem que integrava o elenco artístico no mega parque de diversões de Walt Disney.

A maioria das mortes ocorridas nos parques da Disney se deram por causa de distrações dos expectadores, ou pelos mesmos não respeitarem as normas de segurança impostas pelos responsáveis pelas atrações. Porem em 1974 uma jovem de 18 anos se tornaria a primeira pessoa que trabalhava no parque a perder sua vida em um acidente em um dos brinquedos.

Deborah Stone (1956 - 8 de julho de 1974), mais conhecida como Debbie Stone, tinha na época 18 anos, e recém havia passado a integrar a equipe de funcionários da Disneylândia. Ela atuava no parque de  Anaheim, Califórnia.

Debbie havia se formado aquele ano na Santa Ana High School, e recebeu o prêmio de aluna do ano. Ela acabou conseguindo um trabalho de verão nas instalações da Disney em Anaheim. A jovem pretendia usar esse dinheiro para ajudar a custear seus estudos na Universidade Estadual de Iowa.

Debbie era uma das pessoas que atendia o público em uma nova atração do parque, o America Sings, inaugurado em 29 de junho de 1974.


   America Sings



Um passeio chamado "Carousel of Progress" foi reformulado para se tornar uma nova atração, "America Sings". Essa atração musical contava com robôs animados em formato de animais como cantores, que interpretavam músicas importantes de diferentes parte da história Estadunidense. O espetáculo acontecia em 6 teatros diferentes, todos eles ligados por paredes divisórias que giravam mecanicamente de quatro em quatro minutos em torno das seis partes fixas. Ao contrário Carousel of Progress da Disneylândia, que girava no sentido horário, América Sings girava no sentido anti-horário.

Debbie era uma das pessoas que recepcionavam os visitantes e lhes dava as devidas instruções. Frequentemente esses recepcionistas eram vistos tendo que circular entre os cenários.


   A tragédia


Na noite de 8 de julho de 1974, Debbie acabou sendo morta quando foi esmagada entre uma parede giratória e uma das paredes fixas do edifício. Debbie se aventurou perto demais da área entre a parede rotativa e a parede fixa do palco e acabou prensada entre eles durante o movimento de rotação. Um dos visitantes no teatro adjacente ouviu seus gritos e notificou os operadores que atuavam na atração. Outras pessoas também ouviram os gritos, mas pensaram se tratar de uma parte do show.
Depois disso o América Sings foi fechado por dois dias enquanto sensores de segurança foram instalados. Eventualmente, as paredes foram remodelados para que se pudesse fugir se um incidente semelhante ocorresse novamente.

   Críticas ao parque


Na época muitas críticas foram feitas ao parque tanto pela segurança do brinquedo como ao treinamento que era dado aos funcionários, mas ninguém acabou responsabilizado pelo acidente, sendo que a versão mais aceita é a de que Debbie teria se distraído ou tentado saltar entre os vãos, o que ocasionou sua morte.
Mesmo 40 anos depois da morte de Debbie o assunto continua gerando discussões, afinal muitas pessoas afirmam que o parque só não foi responsabilizado pela morte da jovem por se tratar de um empreendimento Disney. Pressões externas fizeram com que as investigações fossem realizadas de maneira superficial.

Até a data em que a atração parou de funcionar, muitas eram os visitantes do parque que abordavam os funcionários da atração para perguntar a eles sobre o incidente que vitimou Debbie Stone.

Na época em que aconteceu o incidente, ele acabou ganhando grande divulgação na mídia, afinal a atração era considerada inofensiva e até então nunca havia acontecido alguma morte envolvendo um funcionário do parque, isso certamente contribuiu para que o caso ficasse no imaginário dos estadunidenses.

   A assombração da Disney

Desde a morte de Debbie muitos funcionários do parque afirmam que o prédio que abrigou o espetáculo America Sings até o ano de 1988, e onde Debbie Stone perdeu sua vida, é assombrado pela garota. Esses funcionários afirmam que seus gritos podem ser ouvidos a noite e que ela pode ser vista nos arredores da antiga atração. Será que o fantasma de Debbie realmente permanece preso ao local onde sua vida chegou ao fim, ou sera essa apenas mais uma lenda urbana dos parques da Disney?
Até onde eu sei, o vídeo acima não se refere ao dia da morte de Deborah. Eu inseri ele na postagem apenas para mostrar como era a atração America Sings.


 FONTE:
http://noitesinistra.blogspot.com.br/2014/08/a-morte-de-deborah-stone.html#.WgSLYo9Sxdg

7 de novembro de 2017

O Intrigante caso das gémeas Pollock



IAN STEVENSON, DOUTOR EM MEDICINA E PROFESSOR UNIVERSITÁRIO DE PSIQUIATRIA CANADENSE, ESTUDOU MAIS DE 3 MIL CASOS DE CRIANÇAS QUE PARECIAM SE LEMBRAR DE VIDAS PASSADAS.
Um dos mais significativos foi o das gêmeas Pollock. O dia 5 de maio de 1957 amanheceu com um sol esplêndido em Whitley-Bay, no Reino Unido, às margens do Mar do Norte. Como todos os domingos, as famílias locais se dirigiam apressadas à igreja, para celebrar a missa. As duas pequenas filhas da família Pollock, Joanna e Jacqueline, de 11 e seis anos, respectivamente, foram antes de seus pais para garantir um lugar.
Quando dobravam uma esquina, uma carruagem com cavalos desenfreados as atropelou, matando-as instantaneamente. Seus corpos ficaram praticamente destruídos, assim como o coração de seus pais ao receber a trágica notícia. Mas eles não sabiam que o destino traria um dos casos mais estranhos de que já se houve notícia.

A família ficou desolada. Mas a vida continuou. Somente um ano depois de perder as duas filhas, sua mãe deu à luz novamente. Para espanto de todos, novamente nasciam duas meninas, só que dessa vez, gêmeas. Elas receberam os nomes de Jennifer e Gillian.


A gêmea mais jovem, Jennifer, nasceu com estranhas marcas de nascença em seu corpo. O bebê parecia ter uma cicatriz, mas nunca havia sofrido qualquer acidente. Ainda mais estranho, sua irmã falecida, a Jacqueline, também tinha aquelas marcas, e exatamente no mesmo lugar. Era uma cicatriz na face, causada quando ela caíra de seu triciclo quando tinha dois anos de idade.

Até então, parecia somente uma coincidência. Mas gradualmente, as coisas foram ficando cada vez mais gump. As gêmeas, conforme cresciam, começaram a pedir brinquedos que não eram delas, mas sim pertencentes às irmãs falecidas. Em alguns casos, perguntavam de brinquedos que já tinham sido doados, e que elas nem tinham conhecimento prévio.

Quando as meninas gêmeas receberam duas bonecas que tinham pertencido à Jacqueline e Joanna ambas disseram “Essa  é a Mary e essa é a Susan”. A família, chocada se entreolhou. Aqueles eram os MESMOS nomes que as filhas mortas haviam batizado suas bonecas. Algum tempo depois, a família se mudou para outra cidade, mas num dia, ao retornar para visitar o lugar, uma das gêmeas disse: “A escola é por aqui. É aqui que nós costumávamos ir para o parquinho, que fica ali na parte de trás”.


De fato, há muitas pessoas que acreditam que esse pode ser um caso bem marcante envolvendo a reencarnação. Um dos aspectos interessantes deste caso é que ele foi documentado na Inglaterra, um local que normalmente tem poucos casos relatados de reencarnação – algo que deve ser observado, sobretudo pelos céticos que acreditam que relatos de reencarnação só são encontrados entre os países orientais que têm uma forte fé na reencarnação.
A análise do caso, foi publicada e examinada em dois livros: Bernett MD, William.“Children Who Remember Previous Lives: A Question of Reincarnation, Revised Edition.” 
Journal of the American Academy of Child & Adolescent Psychiatry 41.8 (2002): 1022-023.

Stevenson, Ian. Children who remember previous lives a question of reincarnation. Charlottesville: University of Virginia, 1987.

Evidentemente, que embora o caso seja realmente intrigante, principalmente por conta da marca de nascença compatível com as marcas físicas da irmã morta, surgindo somente numa das gêmeas idênticas, nem todos consideram este um caso legítimo de reencarnação.
Há diversas justificativas para colocar em xeque a pesquisa de Ian Stevenson, a começar pela questão da natureza do ocorrido. Irmãs falecidas num acidente trágico são um fato que é devastador para os pais. Isso pode desencadear diversos mecanismos de negação, e a crença na reencarnação das filhas perdidas seria um mecanismo óbvio de se agarrar à memória delas. Em todo caso, não há ceticismo no mundo que consiga contradizer o fato de que é bem curioso a mãe ter conseguido uma gravidez de gêmeas idênticas logo depois. Assim, teríamos que colocar nossa fichas em algo que os céticos não gostam muito, mas admitem que acontece: A sorte/coincidência.

O fato de engravidar de meninas teria funcionado como um catalizador do desejo de dar a luz novamente às filhas mortas, e trazê-las de volta do mundo dos mortos. É algo que faz sentido do ponto de vista psicanalítico. O próprio Stevenson desconfia bastante disso no início de sua análise.

O conhecimento de fatos que elas não tinham como saber é algo complexo neste caso, porque são situações anedóticas, que não podem ser efetivamente comprovadas sem ser no depoimento dos pais das meninas, principais interessados em que as filhas sejam uma “segunda chance” de Deus para suas primeiras filhas.

Assim sendo, este caso, do ponto e vista do ceticismo, estaria na borda do descrédito, uma vez que a família do ente morto teve (por razões obvias e estruturais do próprio caso) um contato direto com os supostos reencarnados, o que indiretamente, contaminaria a alegação.

FONTE:
https://seuhistory.com/noticias/o-inquietante-misterio-das-gemeas-pollock-um-caso-de-reencarnacao-documentado-pela-ciencia
http://www.mundogump.com.br/reencarnacao-conheca-o-bizarro-caso-das-irmas-pollock/

4 de novembro de 2017

O Autor




O que vou lhes contar aconteceu comigo, para falar verdade vem acontecendo há um tempo e acho que não vai parar e resolvi relatar por achar um tanto quanto sinistro.

Sou o cara por trás do blog Horror Urbano, eu faço tudo no blog por não ter uma equipe para me dar suporte. Sou encarregado desde a pesquisas, escritas, edições, designer e criação. Sempre curti historias de terror, filmes, livros, alem de coisas sobrenaturais, e isso me inspirou para a criação do mesmo. Porem as coisas começaram a ficar um tanto quanto ruins. Há uns dois anos atrás que me recorde comecei a ter pesadelos bem reais, não com freqüência porem às vezes meu corpo era preso na cama e não conseguia me mover de forma alguma, em alguns casos algo dificultava minha respiração e às vezes a deixava ofegante. 

Em um de meus primeiros relatos contem que uma figura pairou próxima a minha cama e ria de minha pessoa enquanto eu tentava me mover e suava frio, aquilo me provocava de forma aterradora rindo e emitindo grunhidos um tanto quanto aterrorizantes e que após dois dias esse ser, ou seja, lá o que for estava deitado ao meu lado na cama respirando em meu pescoço, esses eventos duraram uma semana. Atualmente isso não me assusta mais e confesso ter medo de poucas coisas, apesar de escrever sobre o sobrenatural sou bem cético em relação a muitas coisas e prefiro acreditar na ciência ao espiritual, além de não temer mal algum mesmo sabendo que este possa sim existir. Andei acessando deep web com freqüência e vendo conteúdos um tanto quanto chocantes em busca de inspirações e matérias interessantes, lendo relatos assustadores e fazendo pesquisas um tanto quanto macabras muitas coisas talvez tenham deixado a situação mais complicada. Vou relatar a vocês alguns casos que me assombraram e ate hoje perturbam.

 Certo dia ao deitar, assim que adormeci me vi dentro de um carro em uma rodovia, estava no banco traseiro e uma menina conduzia o veiculo, a todo o momento eu sabia que aquilo não era real, eu queria voltar para meu quarto e forçava a minha mente tentando concentrar nas paredes e nos objetos do meu quarto, mas aquilo era em vão e fazia minha cabeça doer, me inclinei para frente encostando a cabeça no encosto do carona e meu corpo travou como se eu estivesse preso por uma força sobrenatural. Neste momento a tal garota que dirigia o veiculo que era uma pessoa nada familiar inclinou-se colocando a boca em meu ouvido e sussurrando algo que não pude identificar, neste instante eu me despertei e assim que isso aconteceu o sopro do sussurro chegou ate meus ouvidos me fazendo arrepiar como se de fato alguém estivesse do meu lado e tivesse sussurrado algo, neste instante eu me levantei, fui tomar água e voltei a dormir. 

Em outro dia acordei as 03h00min e um musica alta tocava em algum lugar, porem na cidade onde moro ninguém iria estar com um som tão alto aquela hora ainda mais escutando musica clássica, eu me levantei e fui beber água e afim de descobrir de onde a tal musica vinha, o problema e que não conseguia identificar de que lado essa vinha, ate que notei que a mesma vinha de minha mente, foi bizarro . Geralmente antes de adormecer ao começar a ficar sonolento vejo coisas como animais se arrastando pelas paredes, objetos tremerem e uns que não consigo identificar em meu quarto, e raramente escuto algumas vozes como cochichos e ate mesmo conversas das quais não consigo identificar. 

Hoje aprendi a conviver com tais coisas e confesso não ter medo ou um pingo de preocupação por saber me lidar com isso, e vocês vivem ou viveram algo parecido? Compartilhe seu relato aqui no blog, obrigado! Logo irei fazer uma matéria sobre distúrbios do sono, fiquem ligados, obrigado novamente. Se quiserem entrar em contato e-mail : horrorurbano@outlook.com ou pelas nossas redes sociais. 

Ass : Glaucow M Freitas

31 de outubro de 2017

Visões



 Meu nome e Caio tenho 25 anos e moro em Minas Gerais interior .
 Era um dia comum estava em casa comendo quando escutei alguém me chamar , fui ate o portão e não encontrei ninguém , voltei para dentro e minha refeição estava com larvas parecia estar ali a dias e parecia podre , um pedaço de carne putrefacto rodeado de moscas . Imediatamente notei que alguma coisa estava acontecendo . Sou de uma religião da qual não posso citar, mais já me aconteceu coisas que ninguém acreditaria, neste mesmo dia estava vendo televisão quando algo pequeno como uma criança cruzou o corredor , fui investigar , por morar sozinho tinha que tomar conta da minha casa , ao chegar notei um figura melancólica e sem vida no canto do meu quarto , acendi a luz e não tinha mais nada ali , o resto da noite foi muito difícil . A madrugada tomava conta e fui me deitar no meio da noite levantei com vontade de ir ao banheiro só que a porta do meu quarto não abria estava trancada ou melhor “travada” puxei a maçaneta de todas as formas mais não consegui , algo me jogou na cama e adormeci , no meio do sono senti que algo deitava sobre mim , não conseguia reagir ou se quer falar alguma coisa , suava , sentia as gotas pingando e percorrendo meu corpo . Para minha sorte a manha chegou e clareou as trevas, me levantei e deparei com dois sapatinhos de criança ao pé da minha cama , achei aquilo estranho , nada fazia sentido , aquilo parecia um pesadelo lúcido , bem que queria mais era tudo real , os catei e levei para fora e coloquei fogo nas peças . Este dia nunca mais se repetiu , só que algumas coisas ainda me incomoda , seria isso tudo paranoia por conta de meus envolvimentos com essa religião ou será que tudo e realmente realidade ?

Se copiar colocar devidos créditos , na boa em ;* 
http://horrorurbano.blogspot.com/ 
Escrita por : Glaucow Maciel Freitas

28 de outubro de 2017

Phineas e Ferb - A Teoria



Olá pessoal, tudo bem? Esse dias eu estava navegando na internet e achei um textinho aonde dizia que o famoso desenho chamado "Phineas e Ferb" é uma história real. Como isso me chamou atenção, resolvi pesquisar e encontrei um texto maior, porém ele foi traduzido no google tradutor e foi bastante difícil de entender. Como eu sou boazinha, eu arrumei o texto e facilitei ele para a leitura. E agora, confiram a verdadeira história:

"No ano de 1993 em uma casa humilde, viveu uma garota chamada Candace Flynn, que tinha esquizofrenia. Quando Candace era apenas uma criança, seus pais se divorciaram, deixando aos cuidados da sua mãe que nunca foi de dar muita atenção a ela. Ao nascer seu irmão Phineas, que sofre de hiperatividade e Ferb seu meio-irmão, que nasceu com um caso grave de retardo mental, que entre outras coisas o impede de falar, as coisas foram de mal a pior para o desenvolvimento de Candace, fora a sua imaginação... a jovem sempre imaginava seus irmãos construindo “coisas” e vivendo grandes aventuras. Durando o dia, Candace dizia a sua mãe sobre “as grandes aventuras que seus irmãos viviam” e é claro que a mãe da jovem não via nada. Preocupada com isso, a mãe vai para um especialista, o psiquiatra Heinz Doofenshmirtz, que deu remédios fortes para Candace tomar; com esses medicamentos psiquiátricos que foram destinados para acalmar a jovem, só pioraram e isso levou a um vício crescente que a introduziu a experimentar drogas mais pesadas a cada vez.


 A garota, cansada de que ninguém acreditava que suas histórias sobre os seus irmãos fossem reais, decide escrever em um diário tudo que acontecia na vida dos seus irmãos... nas suas criações e aventuras. Em 2007, Candace Flynn, de 14 anos é encontrada morta em seu quarto, juntamente com uma nota de suicídio escrita na última página de seu diário; de acordo com médicos legistas, Candace morreu de uma overdose intencional de várias drogas. Até o final de 2007, a mãe de Candace aflita com tudo, decide vender essa história(que estava no diário), para o Disney Channel, que mostra interesse na compra e em 01 de fevereiro de 2008, uma história distorcida e reforçada chamada de "Phineas e Ferb" estréia mundialmente e é adorado por todos, que sem saberem a  verdade, passam horas na frente da TV assistindo essa doce história feliz."

Essa é Candace

Essa é Greer Flynn(Linda)

Ao que tudo indica, o garoto no colo seria Phineas, o outro menino seria Ferb e a mulher seria Greer (não sei ao certo se os nomes deles eram esses mesmos, só sei sobre Greer).


Historia de não minha autoria ;*
http://www.estanteparalela.com/2013/04/disney-verdadeira-historia-de-phineas-e.html

25 de outubro de 2017

A Trágica história de Vladimir Komarov



Os detalhes estão na obra "Starman The Truth behind the Legend of Yuri Gagarin" (Homem das Estrelas: A Verdade por Trás da Lenda de Yuri Gararin), de Piers Bizony e Jamie Doran. O livro se baseia nos relatos do analista de segurança nacional Perry Fellwock, que atesta que o posto norte-americano de escuta na Turquia ouviu os gritos de raiva de Komarov no dia do desastre da missão Soyuz 1, em 24 de abril de 1967.

Há muitos muitos anos atrás dois cosmonautas russos, conheceram-se e tornaram-se bons amigos, eles eram Yuri e Vladimir. Tudo corria bem até que um dia, o líder da URSS, Leonid Brejnev, decidiu que seria boa ideia, encenar um encontro entre duas naves espaciais soviéticas, no espaço. A ideia era mostrar aos americanos como se faziam voos espaciais. Assim a Soyuz I iria levar um cosmonauta para órbita perto da Terra e uma segunda nave espacial seria lançada com outro cosmonauta a bordo. Os dois homens iriam trocar de lugar e o primeiro cosmonauta iria voltar à Terra na nave do segundo cosmonauta.

O que poderia correr mal?
Tudo.

Destroços da Soyuz I

Vários técnicos inspeccionaram a Soyuz I antes do lançamento e encontraram nada mais que 203 problemas estruturais. Claramente, a missão devia ser adiada, pois a probabilidade do cosmonauta regressar vivo eram ínfimas. O escolhido para a malfadada missão foi Vladimir e o seu amigo Yuri foi escolhido para suplente. Não querendo ver o seu amigo morrer, Yuri escreveu um memorando de 10 páginas para Brezhnev e deu a um amigo no KGB. Yuri era um tesouro nacional, uma celebridade, certamente que aqueles que possuíam poder iam ouvir as suas preocupações. Mas o memorando nunca chegou a Brezhnev. Ninguém queria ser o mensageiro das más notícias. Como Krulwich observa: “Toda a gente que viu esse memorando … foi despromovido, demitido, ou enviado para a Sibéria.” Incluindo o agente da KGB (Russayev) que tentou transmitir o memorando de Yuri. Russayev, perguntou a Vladimir porque não se recusava a realizar a missão. Ao que Vladimir respondeu: que se ele se afastasse, o seu substituto seria lançado para uma morte quase certa e que esse suplente era o seu grande amigo Yuri. “Ele vai morrer em vez de mim”, disse ele. “Nós temos que cuidar dele.” E dito isto, explodiu em lágrimas, sabendo que assim estava a sacrificar-se a si mesmo.




Yuri Gagarin e Vladmir Komarov


Descida para a morte

A missão não foi fácil desde o seu lançamento do Cazaquistão, no dia 23 de abril de 1967. Mais tarde, a situação piorou, com quase todos os principais sistemas sem respostas. Em sua descida à Terra, Komarov não tinha controle aparente sobre seu voo e partiu para a morte certa em Oblast de Oremburgo, na Rússia. Tornou-se o primeiro homem a morrer a bordo de uma missão espacial. Em sua descida, amaldiçoou seus chefes por mandá-lo para esta missão.

Yuri Gagarin, que certamente não se recuperou da perda do melhor amigo, morreu no ano seguinte, em um acidente de avião, em 27 de março de 1968.
Aparentemente Yuri apareceu naquele dia fatídico, de 23 de Abril de 1967, e exigiu ser ele a realizar o voo, mas foi recusado. O lançamento ocorreu de acordo com o planeado, com Vladimir bordo. De facto as várias avarias mostraram-se fatais. Krulwich escreveu:

“Assim, há um astronauta no espaço, girando à volta da Terra, convencido de que nunca vai conseguir voltar a Terra. Vladimir está ao telefone com Alexsei Kosygin – um alto funcionário da União Soviética – que também está a chorar porque, também ele, acha que o cosmonauta Vladimir vai morrer. O veículo espacial pobremente construído, está a ficar perigosamente sem combustível e o pára-quedas não funciona, o cosmonauta … está prestes a, literalmente, despenhar-se a toda a velocidade contra a terra, enquanto o seu corpo derrete com o impacto. Enquanto ele dirige-se para o sacrifício, os postos de escuta dos EUA, na Turquia ouvem-no chorar de raiva, amaldiçoando aqueles que o colocaram dentro daquela terrível nave espacial. ”


Tudo o que sobrou de Vladimir Komarov foi um osso do calcanhar e uma massa de restos calcinados. Mesmo assim, o funeral de Estado foi de caixão aberto (como se pode ver pela foto).


Ultima transmissão realizada por Komarov abordo da Soyuz I, na transmissão ele amaldiçoa todos seus superiores que o colocaram para a missão suicida. 



Documentário Russo mostrando o exato momento do impacto. 




FONTES: 
https://seuhistory.com/noticias/analista-dos-eua-revela-como-cosmonauta-xingou-superiores-antes-de-morrer-em-missao-em-1967
http://www.astropt.org/2011/03/28/a-tragica-historia-de-vladimir-komarov/