Novidades

22 de junho de 2017

Veja , acorda ... vá !




Era um final de semana qual não queria fazer exatamente nada, apenas descansar , resolvi alugar alguns filmes para poder assistir em casa para pelo menos matar o tempo até a rotina da semana seguinte. Um dos filmes fora recomendado pelo dono da locadora que mal conhecia, não era de alugar filme naquele local, mais o meu local favorito estava fechado. O filme se quer tinha capa ou algo do tipo, ele simplesmente me entregou junto dos escolhidos e disse abrindo um sorriso amarelo enquanto me olhava de forma curiosa:
- Assista este e muito bom, pra você vai ser uma grande surpresa, vai amar .
Achei tudo muito estranho mais como era brinde aceitei e agradeci, fui ate meu carro e dirigi ate minha casa, no meio do caminho comecei a revirar a sacola até encontrar o filme indicado, fiquei olhando aquela fita distraído até escutar uma buzina, estava tão distraído que entrei na contra mão e quase causo um acidente que poderia ser fatal, guardei a fita e segui caminho até minha casa. Chegando em casa guardei o carro na garagem e fui ate a sala onde deixei todas as fitas, fui ate a cozinha preparar algo para comer para assistir os filmes, estava curioso com aquela fita, no entanto que ao chegar à sala foi a primeira que peguei, a coloquei no vídeo e ela não estava rebobinada , ao apertar o botão para rebobinar o vídeo desliga de forma misteriosa, olhei na tomada , desliguei e liguei novamente mas nada do vídeo funcionar, a fita estava presa e meu vídeo cassete  supostamente queimado, fiquei fulo da vida por isso, porém tinha outro vídeo o pequei e se quer tive trabalho de tirar a fita do vídeo queimado , pequei um dos filmes que tinha escolhido e fui ver todos em seqüência. Ao terminar o ultimo filme o relógio já marcava 23H, resolvi deitar e dormir, no meio da noite escuto o barulho do vídeo rebobinando uma fita, fiquei imaginando o que estaria acontecendo, fui até a sala e notei que o vídeo que ate então estava queimado funcionava normalmente e a fita estava totalmente rebobinada, aquilo me deixou curioso e aflito, lembrei do sorriso do senhor e do seu olhar dizendo para eu ver a fita que iria amar, liguei imediatamente e uma imagem de calibragem de cor apareceu , adiantei ate aparecer uma cena curiosa, em um local conhecido duas pessoas estavam paradas uma diante a outra ... Opa ! era a locadora , e aquele ali era o senhor que me indicara o filme , e quem e aquele rapaz ali no canto da fita ele éhh ... Sou eu ? ... Como ? ........... Sou eu , mais como pode ser ?
Alguns minutos depois uma terceira pessoa entra na locadora e atira contra o dono da locadora e contra minha pessoa, até então não sabia que estava morto. Eu estou morto? O dono da locadora? O que quis dizer com você precisa ver essa fita, agora estou livre, desperto. 

Se copiar colocar devidos créditos.
Ass : Glaucow M Freitas 

17 de junho de 2017

4# Assassino do Xadrez - 1974 até Atualmente (Psicopatas, Maniacos e Assassinos)


O russo Alexander Pichushkin fez de sua vida um tabuleiro de sadismo e assassinatos, vitimando mais de 40 pessoas.

Nascido em Mytishchi, na Rússia, em abril de 1974, foi ferido na cabeça após ser atingido na cabeça após ser atingido na testa por um balanço quando brincava num parque. Especialistas apontaram que o acidente pode ter sido responsável por sua agressividade.

Na infância, sofreu bullying de seus colegas pela reputação de ter dificuldades de aprendizado. Seu avô percebeu que a deficiência não passava de um engano, descobriu que o neto tinha grande inteligência e resolveu ensina-lo a jogar xadrez.

Ficou viciado no jogo, tornando-se um exímio enxadrista. Treinava todo dia no parque de Bittservsky com senhores de meia-idade. Em 1991, quando Alexander tinha 17 anos, seu avô morreu. A frustração serviu de estopim para uma drástica mudança de comportamento.

Nos meses seguintes á morte do avô começou a beber muita vodca. Ele jogava xadrez embriagado, mas o álcool não afetava suas habilidades. Após sua prisão, foram encontradas fitas de VHS dessa época, com Alexander ameaçando jovens no parque.


O primeiro assassinato rolou em 1992. Estimulado pelas noticias do julgamento do mais famoso serial killer soviético, Andrei Chikatilo, Alexander se empolgou e empurrou um garoto pela janela de um prédio. O crime foi considerado suicídio na época e só houve revisão sobre o caso após as confissões.

Voltou a atacar no inicio dos anos 2000. Seus alvos preferidos eram mendigos alcoólatras idosos, que ele “pescava” com promessas de beberem juntos em locais isolados no parque. Durante seu interrogatório, também confessou ter atacado mulheres e bêbados mais jovens.

O ataque mais usado pelo assassino era um golpe na parte de trás da cabeça da vitima com um martelo ou pedaço de cano. A surpresa era um fator um fator importante e embebedar os alvos era uma tática facilitadora. Costumava enterrar garrafas de vodca na cabeça das vitimas.



Que fim levou? Cumpre prisão perpetua, desde 2007, num xadrez no oeste da Rússia. Os primeiros anos estão sendo cumpridos em regime de solitária. 



FONTE: Coleção Mundo Estranho, Psicopatas, Maníacos e Assassinos , Editora Abril.

16 de junho de 2017

A Noiva






Era uma vez um casal apaixonado, namoraram durante três anos ate que resolveram se casar. Hamilton e Sarah formavam um belo casal e suas vidas eram super compatíveis e isso tornava o relacionamento amistoso e perfeito. Tudo ia muito bem e com o passar dos anos resolveram se casar. O dia apesar de nublado estava lindo para os pombinhos, não pelo clima, mais pela ansiedade e beleza que radiava no casal, Sarah propôs o casamento em uma capela, uma igreja simples que ficava em uma ilha do estado em que morava, o lugar apesar de simples era perfeito para a situação e sempre fora admirado por Sarah, Hamilton que era um grande noivo não fez pouco caso e logo tratou de arrumar uma forma para realizar o sonho da noiva e tratou de arrumar então uma forma de todos atravessarem o rio, ficou decidido que a travessia seria de balsa, Hamilton atravessaria separado com padrinhos de sua escolha e Sarah na seqüência  faria o mesmo , os demais em uma balsa maior  . No dia do casamento a correria era intensa e o nervosismo era inevitável, Sarah estava com os nervos a flor da pele, afinal era seu grande dia, Hamilton tentava conter a agitação mais era impossível, pois era visível ao olhar de todos que com ele estava. No dia do casamento todos encontraram próximas as docas para poderem pegar o transporte, ventava muito e isso poderia dificultar a travessia, mas desistir era uma palavra irreconhecível para o casal. 

Os convidados atravessaram, em seguida Hamilton com respectivos padrinhos,  por ultimo Sarah com os seus, no meio da travessia  o vento voltou a soprar forte e todo cuidado era pouco, de repente Sarah ao tentar se proteger da poeira que vinha com o vento tropeçou e caiu no rio, ao cair na água Túlio e Renan seus irmãos que com ela estava pularam para socorrer a noiva, Hamilton que já estava do outro lado a espera nada notou, Sarah se debatia para tentar manter acima da água para não afogar , mais sua luta era em vão pelo seu nervosismo afundava cada vez mais, a medida que debatia  ia se afogando, os irmãos não conseguindo a segurar mergulharam para poder encontrá-la, mais já era tarde, Sarah havia afogado e sumido  e nem sinal de seu corpo. Os irmãos subiram na balsa chocados e tristes enquanto os demais ligavam para o corpo de bombeiros que imediatamente estava no local, Hamilton ao ficar sabendo  desesperado tentou pular atrás, mais foi contido pois o tempo não estava legal e corria o risco de se afogar também. 

O casamento tinha acabado e a dor de Hamilton era enorme, todos estavam abalados com a situação um tanto quanto trágica e comovente. O corpo de bombeiros trabalhou horas e horas mais nada fora encontrado, com muito tempo de buscas o buque foi encontrado, mais o corpo desaparecera de forma misteriosa, não encontraram mais nada. O tempo passou e as buscas foram cessando já que não tinham sucesso, se quer pistas, Hamilton entrou em depressão e não sabia o que fazer. 

Os anos se passaram e moradores locais da ilha ou nas proximidades dizem que em toda noite de 15 de Outubro e em algumas outras mesmo que o tempo esteja aberto repentinamente uma ventania começa e escutam próximo ao local um choro vindo de algum lugar, dizem também ver na proximidade do acidente um vestido de noiva boiando sobre a água, pescadores dizem que o vestido fica ate se aproximarem e então é sugado de maneira súbita e desaparece, alguns ate comentam que já viram Sarah vagando com seu vestido próximo as docas nas madrugadas. 

Um pescador e morador local disse que certo dia estava pescando quando de longe avistou o vestido, pensou logo na historia dos demais e no caso, resolveu então se aproximar para checar, a medida que se aproximava o vestido mudava da cor branca para vermelho, foi quando notou algumas bolhas de ar vindo do local , disse que no momento ficou assustado e pensou em pular no local para supostamente socorrer seja lá o que estivesse se afogando ali, mas por um relapso despertou como se tivesse hipnotizado e saiu imediatamente do local, alguns pescadores morreram no local tempo depois da morte da noiva, os corpos dos mesmos eram encontrados em diversos locais, sem hematomas, porém com os pulmões cheios de água, já o corpo de Sarah até hoje não fora encontrado. Com o passar do tempo Hamilton mudou para evitar constrangimento e chateação. Ainda com o buque, que de forma milagrosa e estranha ainda esta impecável e se quer uma flor morreu, ele as deixa em um vaso e todo dia que o olha nota que as flores estão molhadas e o vaso com água, todo dia tem de tirar a água do vaso que ninguém sabe explicar com vai parar ali e como as flores não morrem, ninguém sabe. 

Se copiar colocar devidos créditos , Obrigado !  

Ass : Glaucow Maciel Freitas

15 de junho de 2017

Não diga o nome de Deus em vão



Não sei qual a religião vocês pertencem porem creio que vocês já escutaram a frase “Não diga o nome de Deus em vão” em algum momento de sua vida. Em muitas religiões crentes em Deus, os mais velhos sempre dizem para não dizer o nome de Deus em vão, por qual motivo? Seria uma afronta ao ser superior? Será que Deus é piedoso ou será um Deus vingativo? Será que ele realmente existe, alias a controversas e muitos duvidam disso, mas não estou aqui para discutir essa questão até mesmo por falta de conhecimento e não achar propicia.  O que irei contar e a historia de um homem que por tanto falar o nome de Deus em momentos que se dizem “fútil” pagou muito caro por isso.

Os policiais de Olivier Village acabaram de atender uma chamada anônima, um morador local havia sido encontrado nu com marcas de queimaduras por todo corpo, alem da boca e olhos colados em suas extremidades em sua própria casa. A policia encontrou o cidadão em estado de choque e a encaminhou ao hospital local, nenhuma pista do que ocorreu naquele local foi encontrado, o sigilo da ligação foi quebrado porem o numero nunca existiu o que aumentou ainda mais o mistério do caso. 

Os dias estavam difíceis para Sandro que por mais que tentava não conseguia colocar sua vida em ordem, eram contas atrasadas, dividas com agiotas, problemas de saúde e uma única certeza cresciam a cada dia, Deus não existia, após passar maior parte da sua vida se dedicando a religião, rezando, contribuindo e sendo fiel notou que não ganhará nada em troca apenas mais dúvidas e dúvidas sobre a existência de um Deus. Sua vida estava de cabeça para baixo, filho único com pais falecidos não sabia a quem recorrer, dia após dia fizera suas orações e preces, colocava suas intenções, porem não era atendido. Foram dois dias seguidos agoniado e sem paciência pedindo a Deus paz para seu tormento.

Certo dia foi em um boteco e se entupiu da cachaça mais barata, o dono do bar nunca o tendo visto ali ficou surpreso e foi para tentar uma conversa, só que Sandro estava entorpecido pelo ódio, foi para sua casa sem dar muita importância para os conselhos de Sr.Jonathas o dono do bar, chegou à casa aos prantos começou a proferir palavras de escárnio a imagem de Cristo que tinha esculpida em gesso, foi quando uma força surreal o lançou contra a parede e o fez perder a consciência. 


No momento em que esteve apagado sentiu uma presença um tanto quanto agradável e ao mesmo tempo incomoda próxima de si, a sua mente vagava em meio a suas idéias o fazendo recordar de sua vida como em um filme o fazendo ver o quanto mal fizera a terceiros para poder ajudar quem bem entendia seus pedidos e clemências, estas teriam sido tudo em vão? Foi quando sentiu seu corpo sendo carregado do local onde escutava vozes mais não as conseguia identificar, estava em um automóvel e podia sentir o movimento até apagar novamente, era como se estivesse em coma porem lúcido, não conseguia falar, não conseguia se mover, não podia enxergar apenas o tato e o olfato lhe era confiável, estava em um hospital e sabia disso, o cheiro de hospital era inconfundível e lhe embrulhava o estomago, estava deitado em uma maca, mas não sabia por que, como, o que esta acontecendo comigo? , Sandro se perguntava insistentemente até que escutou – O que esta acontecendo com ele? – O que é isso? – Eu não consigo ficar aqui, acho que estou passando mal, aquilo assustou Sandro que estava agoniado sem saber de nada que estava acontecendo, sentiu uma fisgada em seu braço, não demorou muito para que apagasse novamente. O corpo de Sandro estava se deformando de forma misteriosa, as pessoas que estavam tomando conta dele não conseguiam ficar próximo dele por muito tempo, algo tinha tomado seu corpo que não era o mesmo desde que chegara ao hospital. Após algum tempo internado Sandro se tornou uma aberração, ninguém se quer o procurou nem mesmo para assinar os papeis autorizando desligar os aparelhos que eram fundamentais para sua sobrevivência nos últimos dias de sua vida.  O tumulo onde Sandro foi sepultado no dia seguinte foi encontrado aberto e seu corpo, ou melhor, matéria não se encontrava, até hoje não foi encontrado e ninguém sabe que fim levou.
Se copiar colocar devidos créditos, obrigado
Ass : Glaucow M Freitas

9 de junho de 2017

3# Walpurga Hausmannin (Psicopatas, Maniacos e Assassinos)



Requisitada em sua aldeia, essa parteira escondia ser uma bruxa-vampira. Ela matava bebês e depois os comia em rituais na floresta.

Walpurga tornou-se parteira no condado de Dillingen, na Baviera (hoje, Alemanha) depois de enviuvar, em 1556. Quem lhe arranjou o emprego foi um jovem servo que havia conhecido na colheita do milho. Em divida com ele e interessadas em favores, convidou-o para um encontro sexual. Segundo Walpurga ele não apareceu. Em seu lugar teria vindo um demônio.  É provável que Walpurga tenha inventado essa historia para preservar o nome de seu verdadeiro amante. De qualquer maneira, o demônio teria se apresentado como Ferdelin e a bordo de um “forcado voador” levando-a para conhecer Satanás. Ela alegou ter assinado um pacto com o Coisa-Ruim, num ritual com vinho, carne de bebês e sexo.

Rebatizada com o nome de Hofelin, a bruxa ganhou uma poção de unguento uma pasta de ervas alucinógenas e banha animal que deveria usar para dopar gestantes e matar bebês. Mas ela também acreditava que o composto lhe dava pele de gato ou penas de corvo, então passou a ingeri-lo em pequenas doses. Acabou viciada na droga.  Com essa poção, Walpurga dizia ter assassinado mais de 40 recém-nascidos, todos de famílias cristãs. Quando não morriam intoxicados, eram asfixiados ou tinham seus crânios esmagados. Depois, a bruxa-vampira chupava o sangue das vitimas e o cuspia dentro do frasco unguento, porque a mistura facilitava sua absorção pelo organismo.

Uma das clientes, Magdalena Seilerin, esposa de um escrivão, tomou um suco abortivo oferecido por Walpurga no final da gestão,  com o pretexto de “espantar a morte” e consolar a mãe, a feiticeira enterrou o feto sob a porta da casa de Magdalena. Mais tarde, revelou que a simpatia era na verdade uma oferenda para o demônio desunir o casal. Ao longo de 19 anos como parteira, a maluca também praticou outros crimes, como furtos de objetos sagrados de igrejas e sacrifícios de animais. O registro de seu julgamento também cita o extermínio de vacas, porcos e gansos. Os camponeses acreditavam que ela era capaz de atrair temporais de granizos que destruíam as lavouras.

Walpurga também realizava missas negras e rituais do mal. Todo ano, no dia de São Leonardo, renovava a parceria com o demônio revirando tumbas e roubando os cadáveres de suas vitimas. Esses fatos chegaram aos ouvidos do arcebispo de Augsburgo e da corte imperial. Um júri de inquisidores foi formado,  médicos legistas encontram sinais de violência no corpo dos bebês. Na maioria, havia deformidade e manchas , tufos de cabelos, ossos e pedaços de Bíblias e crucifixos também foram encontrados  na floresta, indicando que ali sinais de que ela e outras pessoas praticavam canibalismo e satirizavam a fé cristã. Depois que os antigos clientes de Walpurga foram interrogados, sua casa foi invadida e seu livro de feitiços foi confiscado. Após confessar os crimes ela foi condenada a morte e arrastada pela aldeia para sofrer torturas , antes de chegar ao local da execução. Na praça principal, teve sua mão direita com qual fez juramente de parteira decepada.


Que fim levou? Foi queimada viva na fogueira. Com medo que ressuscitasse , os moradores jogaram suas cinzas num riacho que corria próximo ao rio Danúbio. 


FONTE: Coleção Mundo Estranho, Psicopatas, Maníacos e Assassinos , Editora Abril.

6 de junho de 2017

Os Mistérios Do Edificil Joelma ( "O CRIME DO POÇO" )



O Poço construído nos fundos da casa com o objetivo de servir de Túmulo para as Vítimas do Crime

Dia 23 de novembro de 1948, depois de várias denuncias do estranho desaparecimentos de mulheres em uma casa da Rua Santo Antonio, no Bexiga, o químico e professor Paulo Ferreira de Camargo suicida-se no exato momento em que a policia retirava do poço do seu quintal os corpos de sua mãe e das duas irmãs, pessoas que ele havia matado há 19 dias.

“O Crime do Poço” como ficou conhecido, foi uma vingança de Paulo contra sua família que não aceitava seu romance com uma enfermeira. Havia muitas especulações, pois o suicida não dera nenhuma explicação.
Ao perceber a presença da polícia, cometeu o suicídio, deixando para sempre dúvidas e suposições das mais absurdas.

Paulo Ferreira de Camargo era Professor do Departamento de Química da Universidade de são Paulo, a qual se localizava naquela época na alameda Glette. Uma carreira brilhante, interrompida estupidamente.

Descobriu-se posteriormente que o Professor Paulo Ferreira fazia uso de drogas, isso talvez devido ao fácil acesso aos produtos químicos em sua profissão.

Também foi revelado por companheiros de onde lecionava, que o Professor Paulo Ferreira já apresentava à algum tempo um comportamento desiquilibrado, pois andava armado, e segundo constactado, havia efetuado disparos com seu revolver no interior do laboratório de química da faculdade.

Observa-se que após a retirada dos corpos das vítimas de dentro do poço, um dos bombeiros morreu de infecção cadavérica, sugerindo ser mais uma vítima da "maldição" contida no local.

[Obs.: Infecção Cadavérica: (Infecção cadavérica é uma infecção adquirida qdo em contacto com cadáveres, geralmente em necrotérios. O cadáver em decomposição é um depositório de bactérias e qdo entra em contacto com alguém sem luva, máscara, dá-se o contágio, provocando diversos tipos de infecções pelo corpo da vítima).]

A casa ficou fechada por muitos anos. Mais tarde foi demolida e no seu terreno foi construído o Edifício Joelma de tão triste memória.


O Professor Paulo Ferreira de Camargo (O Assassino)

Texto retirado do site >>> http://www.alemdaimaginacao.com

3 de junho de 2017

2# Bonnie Parker e Clyde Barrow (Psicopatas, Maniacos e Assassinos)


Ambos nascidos no Texas, Bonni e Clyde cresceram em meio a pobreza da Grande Depressão. Revoltados, culpavam o governo pelas condições precárias da população


Um casal e assaltantes carismáticos á la Robin Hood ou uma dupla de assassinos frios e gananciosos ?

Ambos nascidos no Texas, Bonni e Clyde cresceram em meio a pobreza da Grande Depressão. Revoltados, culpavam o governo pelas condições precárias da população. Muitas famílias se viam forçadas  a migrar para trabalhos pesados – como o pai de Clyde que aceitou emprego em uma plantação de algodão. Envolvido em vandalismo e pequenos furtos, Clyde começou a chamar a atenção da policia no Natal de 1929, quando se uniu a um bando de arruaceiros. Conheceu Bonnie ao visitar e tomar um café com a irmã acidentada de um de seus comparsas. Foi amor á primeira vista: passaram a se ver quase todos os dias.


Bonnie passou a dirigir os carros de fuga da gangue, mas Clyde estava sozinho quando foi preso pela primeira vez , em Janeiro de 1930, no condado de Waco. Escapou da cadeia com um revolver .32 contrabandeado pela namorada, mas foi detido de novo ao tentar roubar um trem. Foi liberado algumas semanas depois Após algum tempo Ray Hamilton e Ralph Fults se juntaram ao casal e roubaram um loja. O alarme soou e, apesar dos bloqueios da policia , escaparam por pouco. Preocupado Clyde enviou Bonnie para outra cidade.

Durante outro assalto, Hammilton acabou matando um gerente de supermercado e junto de Fults foi pego pela policia, o casal então recrutaram um novo membro W.D Jones, de 16 anos. Mas no Natal de 1932 o garoto ficou nervoso ao tentar roubar um carro – mesmo com a chave na ignição, ele não conseguiu dar partida, o dono do carro o atacou e Clyde executou o sujeito, a partir dai a vida na estrada se tornou comum. Em uma emboscada em Dallas, mataram outro policial – o terceiro.

Além de roubar bancos atacaram um arsenal de armas militares, em Janeiro de 1933 no Missouri, capturaram e liberaram um policial que os seguia. A imprensa, o tira disse que foi bem tratado e que o casal era um tanto quanto simpático.


Em março, o irmão de Clyde, Buck e sua namorada Blanche Caldwell, se uniram a eles e em uma longa estada em Joplin, no Missouri o quinteto foi identificado e encurralado em uma casa. Conseguindo fugir abrindo caminho na base da metralhadora, mas o policial achou fotos do casal tiradas com uma câmera de caixa Kodak.



Um acidente na estrada 203, rumo à cidade de Wellington, feriu gravemente Bonnie – os outros escaparam ilesos, enfraquecidos foram rumo a Platte City. Em julho, a policia cercou o esconderijo da gangue em meio o tiroteio, Buck morreu com um tiro na cabeça, Blanche ficou cega de um olho e foi capturada. Separado de Bonnie e Clyde, W.D Jones foi preso em Houston e contou tudo sobre a família e os hábitos dos ex-parceiros. A policia fechou o cerco e criou uma emboscada, mas, graças á agressividade de Clyde, a dupla conseguiu escapar mais uma vez.

Em 16 de Janeiro de 1934, libertaram Ray Hamilton e outro preso, Henry Methvin, da prisão de Eastham, eles se uniram a gangue e, depois de um tempo fora de ação (e trocando de placas regulamente), os bandidos realizaram um ultimo assalto, Methvin matou um policial que se aproximavam enquanto o grupo saia do banco. Desesperada com a ousadia dos Barrows, as autoridades criaram uma força tarefa sob comando do caçador de recompensas Frank Hamer, famoso pelo sucesso contra o crime organizado. O time reuniu seis policiais experientes, entre eles Ted Hinton e Bob Alcorn, que já haviam participado da emboscada anterior contra os criminosos.

A policia combinou uma emboscada com Iverson, pai de Methvin, em troca da redução de pena do filho. A tocaia aconteceu em Março de 1934, numa estrada próxima a propriedade dos Methvins. Assim que surgiu o Ford V8 1934, ultimo carro roubado pela dupla, os oficiais abriram fogo sem dar ordem de prisão.


Que fim levou? Os policiais mataram Bonnie e Clyde – e a carreira de crimes do popular casal terminou da mesma forma que viveram: de maneira rápida e violenta. 

FONTE: Coleção Mundo Estranho, Psicopatas, Maníacos e Assassinos , Editora Abril.


Chernobyl




No ano de 1986, os operadores da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, realizaram um experimento com o reator 4. A intenção inicial era observar o comportamento do reator nuclear quando utilizado com baixos níveis de energia. Contudo, para que o teste fosse possível, os responsáveis pela unidade teriam que quebrar o cumprimento de uma série de regras de segurança indispensáveis. Foi nesse momento que uma enorme tragédia nuclear se desenhou no Leste Europeu.
Entre outros erros, os funcionários envolvidos no episódio interromperam a circulação do sistema hidráulico que controlava as temperaturas do reator. Com isso, mesmo operando com uma capacidade inferior, o reator entrou em um processo de superaquecimento incapaz de ser revertido. Em poucos instantes a formação de uma imensa bola de fogo anunciava a explosão do reator rico em Césio-137, elemento químico de grande poder radioativo.
Com o ocorrido, a usina de Chernobyl liberou uma quantidade letal de material radioativo que contaminou uma quilométrica região atmosférica. Em termos comparativos, o material radioativo disseminado naquela ocasião era assustadoramente quatrocentas vezes maior que o das bombas utilizadas no bombardeio às cidades de Hiroshima e Nagasaki, no fim da Segunda Guerra Mundial. Por fim, uma nuvem de material radioativo tomava conta da cidade ucraniana de Pripyat.

Ao terem ciência do acontecido, autoridades soviéticas organizaram uma mega operação de limpeza composta por 600 mil trabalhadores. Nesse mesmo tempo, helicópteros eram enviados para o foco central das explosões com cargas de areia e chumbo que deveriam conter o furor das chamas. Além disso, foi necessário que aproximadamente 45.000 pessoas fossem prontamente retiradas do território diretamente afetado.
Para alguns especialistas, as dimensões catastróficas do acidente nuclear de Chernobyl poderiam ser menores caso esse modelo de usina contasse com cúpulas de aço e cimento que protegessem o lugar. Não por acaso, logo após as primeiras ações de reparo, foi construído um “sarcófago” que isolou as ruínas do reator 4. Enquanto isso, uma assustadora quantidade de óbitos e anomalias indicava os efeitos da tragédia nuclear.
Buscando sanar definitivamente o problema da contaminação, uma equipe de projetistas hoje trabalha na construção do Novo Confinamento de Segurança. O projeto consiste no desenvolvimento de uma gigantesca estrutura móvel que isolará definitivamente a usina nuclear de Chernobyl. Dessa forma, a área do solo contaminado será parcialmente isolada e a estrutura do sarcófago descartada.
Apesar de todos esses esforços, estudos científicos revelam que a população atingida pelos altos níveis de radiação sofre uma série de enfermidades. Além disso, os descendentes dos atingidos apresentam uma grande incidência de problemas congênitos e anomalias genéticas. Por meio dessas informações, vários ambientalistas se colocam radicalmente contra a construção de outras usinas nucleares.



Os bombeiros que foram chamados para controlar o incêndio receberam altas doses de radiação: 31 pessoas morreram na hora, 132 foram hospitalizadas e 130 000  pessoas tiveram que ser evacuadas da região. Outras pessoas morreram dias depois. Calcula-se que esse acidente causou a morte de cerca de 28 mil pessoas, deixando muitas outras com graves sequelas, causadas pela exposição ao material radioativo. Ao longo do tempo, começaram a aparecer vários casos de câncer; principalmente na glândula tireoide de crianças. Adultos e crianças contraíram leucemia após lesões na medula óssea e muitas mulheres grávidas de até quatro meses tiveram filhos com malformação genética.

Os Liquidadores


Sobre Chernobyl foram contadas muitas mentiras. E foram contadas por muitas pessoas, desde as autoridades soviéticas da época até a indústria nuclear ocidental, passando pelos propagandistas de todos os tipos e a coleção de conspiracionistas habituais. Há uma delas que me molesta de modo particular, e é a de que os liquidadores – quase um milhão de pessoas que se encarregaram do problema – eram uma horda de pobres ignorantes levados lá sem saberem a classe de monstro que tinham na frente. E molesta-me porque constitui um desprezo ao seu heroísmo.
E também porque é radicalmente falso. Uma turba ignorante não serve para nada em um acidente tecnológico tão complexo. As equipes de liquidadores estavam compostas, principalmente, por bombeiros, cientistas e especialistas da indústria nuclear; tropas terrestres e aéreas prontas para a guerra atômica e engenheiros de minas, geólogos e mineradores de urânio, pela sua ampla experiência na manipulação dessas substâncias. É néscio supor que estas pessoas ignoravam os perigos de um reator nuclear destripado cujos conteúdos você vê brilhar na frente dos seus olhos num enorme buraco.

Os liquidadores sabiam o que tinham perante si, e apesar disso realizaram o seu trabalho com enorme valor e responsabilidade. Centenas, milhares deles, de maneira heróica: os bombeiros que se alternavam entre vômitos e diarréias radiológicas para subir ao míticotelhado de Chernobyl, onde havia mais de 40.000 Roentgens/hora, para apagar dali os incêndios (a radiação ambiental normal é de uns 20 microrroentgens/hora); os pilotos que detinham os seus helicópteros por cima do reator aberto e refulgente para esvaziar sobre ele areia e argila com chumbo e boro; os técnicos e soldados que corriam a toda velocidade pelas galerias devastadas comunicando aos gritos as leituras dos contadores Geiger e os cronômetros para romper paredes, restabelecer conexões e bloquear canalizações em períodos de quarenta ou sessenta segundos junto às turbinas (20.000 roentgens/hora); os mineradores e engenheiros que trabalhavam em túneis subterrâneos, inundando-se constantemente com água de sinistro brilho azul, para instalar os canos de um extrator de calor que roubasse algo de temperatura ao núcleo fundido e radiante, a escassos metros de distância; os milhares de trabalhadores e arquitetos que levantavam o sarcófago ao seu redor, retiravam do entorno os escombros furiosamente radioativos e evacuavam a população.
Salvo os soldados submetidos a disciplina militar, ninguém era proibido de ir embora se não quisesse continuar ali; mas quase ninguém o fez. Ao contrário, muitos chegaram como voluntários de toda a URSS, especialmente muitos estudantes e pós-graduados das faculdades de física e engenharia nuclear. Esta foi a classe de homens e não poucas mulheres que alguns acreditam ou querem acreditar que foram uma ignorante e patética turba. Esses foram os liquidadores.

Chamavam-lhes, e chamavam-se a si próprios, os bio-robôs, porque continuavam funcionando quando o aço cedia e as máquinas paravam. Não o fizeram pelo dinheiro, nem pela fama, que foi praticamente inexistente. O fizeram por responsabilidade, pela humanidade e porque alguém tinha que fazer o maldito trabalho. Hoje quero falar de três deles, que fizeram algo ainda mais extraordinário num lugar onde o heroísmo era coisa corrente. Por isso, só ocorre-me denominá-los: os três super-heróis de Chernobyl.

Os Três Heróis Esquecidos ( Chernobyl )


Os dois primeiros a oferecerem-se como voluntários foram Alexei Ananenko e Valeriy Bezpalov. Alexei Ananenko era um prestigiado tecnólogo da indústria nuclear soviética, que participara extensivamente no desenvolvimento e construção do complexo eletronuclear de Chernobyl. Ele cooperou no desenho das eclusas e sabia exatamente onde estavam as válvulas. Era casado e tinha um filho.
Valeriy Bezpalov era um dos engenheiros que trabalhavam na central, ocupando um posto de responsabilidade no departamento de exploração. Também era casado, e tinha uma menina e dois meninos de poucos anos.
Os dois eram engenheiros nucleares. Os dois compreendiam além de qualquer dúvida que estavam se dispondo a caminhar para a morte.
Enquanto vestiam suas roupas de mergulho, sentados num banco, observaram que precisariam de um ajudante para segurar a lâmpada subaquática desde a borda da piscina enquanto eles fossem trabalhar nas profundidades. E olharam aos olhos dos homens que tinham ao redor. Então um deles, um jovem rapaz trabalhador da central, sem família, chamado Boris Baranov, se levantou e disse aquela outra frase que quase sempre segue a anterior:
- Eu irei com vocês.
No meio da manhã, os heróis Alexei Ananenko, Valery Bezpalov e Boris Baranov tomaram um gole de vodka para se encorajar, pegaram as caixas de ferramentas e começaram a andar em direção à lava radioativa em que se convertera o reator número 4 do complexo eletro nuclear de Chernobyl. Assim, sem mais.

Perante os olhos encolhidos dos que ficaram para trás, os três camaradas caminharam os mil e duzentos metros que havia até o nível -0,5, dizem que, conversando calmamente entre si: “Como vai? Quanto tempo sem ver você! E seus filhos? Você eu não conhecia, rapaz. … É que eu não sou daqui. Bem, parece que hoje vamos trabalhar um pouco juntos… Podemos descer melhor por aí, eu vou na válvula da direita e você a da esquerda, e você nos ilumina desde lá. … Parece que vai chover, não? Está boa a secretária do engenheiro Kornilov, hem? Sim, e que rebolado! … Parece que este ano os Dínamos de Moscou não vão ganhar o campeonato”. Essas coisas, que possivelmente falam os bio-robôs, enquanto vêem como a sua pele se escurece lentamente, e somem um pouco suas idéias pela ionização dos neurônios e sentem na boca cada vez mais o sabor de urânio causando náuseas, sacudindo-se incomodamente, porque sentem como se milhares de duendes maléficos estivessem dando agulhas na sua pele. Cinco mil roentgens/hora, é como chamam a isso.
E sob aquele céu cinzento e os restos fulgurantes de um reator nuclear, os heróis Alexei Ananemko e Valeriy Bezpalov submergiram-se na piscina de bolhas do nível -0,5, com uma radioatividade tão sólida que se podia sentir, enquanto o seu camarada Boris Baranov lhes segurava a lâmpada subaquática, que aliás, estava com defeito e falhou pouco depois. Do exterior, já ninguém os ouvia nem os via.
De repente, as eclusas começaram a abrir-se, e um milhão de metros cúbicos de água radioativa começou a jorrar para a o reservatório seguro, preparado para tal efeito. Eles haviam conseguido! Alguém murmurou que os heróis Ananenko, Bezpalov e Baranov acabavam de salvar a Europa. É difícil determinar até que ponto isso era verdade.
Há versões contraditórias sobre o que aconteceu depois. A mais tradicional diz que jamais regressaram, e que ainda estão sepultados lá. A mais provável assegura que conseguiram sair da piscina e celebrar a sua vitória rindo e abraçando-se aos mesmíssimos pés do monstro, na borda da piscina; outra diz que até recuperaram os seus corpos, embora não as suas vidas. Morreram pouco depois, de síndrome de radioatividade extrema, nos hospitais de Kiev e Moscou. Ainda outra versão, que parece quase impossível, sugere que Ananenko e Bezpalov morreram, mas que Baranov conseguiu sobreviver e anda ou andou um tempo por aí.
Esta é a história de Alexei Ananenko, Valeriy Bezpalov e Boris Baranov, os três super-herois de Chernobyl, de quem se diz que salvaram a Europa ou ao menos um ou outro milhão de pessoas a milhares de quilômetros ao redor, num frio dia de abril. Foram à morte conscientemente, deliberadamente, por responsabilidade e humanidade e sentimento da honra, para que os demais pudéssemos viver. Quando alguém pensar que nosso gênero humano não tem salvação, sempre pode lembrar de homens como estes e outras centenas ou milhares desse estilo que também estiveram lá. Não circulam fotos deles, nem fizeram superproduções de Hollywood sobre eles, e até os seus nomes são difíceis de encontrar. Porém hoje, vinte e quatro anos depois, eu brindo à sua lembrança, faço uma continência perante a sua memória e agradeço mil vezes. Por terem ido.

O Pé de Elefante


Essa foto é o mais próximo que a humanidade chegou de criar uma Medusa. Se você olhar diretamente para isso, você morre. Simples assim. A imagem provém de uma formação de "lava" do centro de um reator no porão da usina nuclear de Chernobyl. Ela se chama pé-de-elefante e pesa centenas de toneladas, mas só tem dois metros de extensão e algo como meio metro de altura.
A foto foi tirada com a ajuda de um espelho no canto do corredor, pois a câmera-robô enviada até lá para tirar fotos foi destruída pela radiação. Fotos em cor ou leituras sobre a temperatura da coisa ainda não foram divulgadas ao público, mas a idéia de algo que pode matar só de olhar para, apesar de saber a explicação racional acerca da radiação, é assustador.
A densidade do pé-de-elefante ultrapassa níveis e recordes para uma massa nuclear de suas proporções. Artigos da Wikipédia resumidos informam que o peso passa das 1200 toneladas, e que só perde cerca de 10 quilos de urânio por ano. Possui características de um monstro de ficção científica. A massa resiste ao ambiente e é protegida pelo abrigo nuclear da usina, a perda de 10 quilos anuais está estimada para se reduzir com o passar do tempo. Sim, com o passar dos anos o pé-de-elefante vai parar de perder massa. Este material é o "Corium". O "Corium" só é produzido durante desastres nucleares. O combustível sólido derrete se tornando um líquido extremamente quente que desfaz e destrói tudo em seu caminho. Aço, concreto, areia e qualquer coisa que encontrar, fundindo tudo em uma massa só. O pé-de-elefante é uma mistura de combustíveis, material radioativo e materiais do prédio, tendo se solidificado do mesmo modo que algo como o vidro.


FONTE  : 


 http://ocientista.com/25-fatos-assustadores-que-voce-deveria-saber-o-desastre-de-chernobyl/
http://www.coladaweb.com/quimica/quimica-nuclear/chernobyl-o-que-houve-afinal
http://www.ceticismoaberto.com/ciencia/6199/os-trs-super-heris-de-chernobyl
http://www.lendasnainternet.com/2012/11/pe-de-elefante-medusa-nuclear.html

1 de junho de 2017

Por trás do seriado Chaves ( Creepypasta )





Vi algo interessante á respeito do Chaves. Sempre li creepypasta sobre o seriado mas nunca levei isso a sério. Achei isso na internet e percebi que faz bastante sentido!
O seriado mexicano “Chaves” fez parte da infância de muitos de nós e ainda encanta as crianças desta geração (e provavelmente das próximas). O humorístico possui seguidores nas mais diversas partes do mundo, sendo o Brasil um dos países com maior público. Um dos motivos do seu grande sucesso é seu texto que, incrivelmente, se mantém bastante atual, fora as atuações dos atores que deram vida aos personagens cativantes da turma.
O que certamente você não sabia, tampouco desconfiava, era que alguns fatos bizarros permeiam o universo aparentemente inocente do programa. Teoria da conspiração ou não, saiba o que há por trás do Chaves.
O texto original, no qual este post se baseia, fora publicado no site Revista Bula e escrito pelo doutor em História e pós-doutor em poéticas visuais, Ademir Luiz, e já gerou um bocado de discussão entre os fãs ou simpatizantes da série televisiva por ser um tanto polêmico. Isso ocorre porque, em seu texto, Ademir disseca o seriado do ponto de vista do seu autor, Roberto Gomez Bolaños.
Para começar, Ademir explica que o “módico” apelido de Bolaños no México é Chespirito, que naquelas terras soa como um diminutivo para Shakespeare ou um “pequeno Shakespeare”, numa comparação aberta ao grande dramaturgo inglês. Segundo Ademir, Bolaños “é o criador de uma das mais sutis, brilhantes e temíveis representações do inferno em qualquer das artes: o seriado ‘Chaves’”. Isso mesmo, meus caros, a vila onde se desenvolve toda a trama seria um pedaço do inferno e seus personagens “pecadores amaldiçoados”, condenados a vagar infinitamente naquele plano.
Não vou reproduzir o texto inteiro aqui, pois o mesmo é bem extenso e vale muito a pena ser lido na íntegra. Então, farei um breve resumo.
No México, o programa “Chaves” é intitulado “El Chavo Del Ocho”, que traduzido para o português significa “O Moleque Do Oito”, numa referência ao número da casa na qual o protagonista mora – não, ele não mora num barril, como muitos pensam. Acontece que, o número 8 escrito deitado representa o símbolo do infinito, pois a morte é infinita: não haveria nada antes dela e nada depois dela
A vila seria então um pedaço do inferno no qual os personagens ficam eternamente repetindo as mesmas ações que os puseram ali, num ciclo vicioso e violento: “Chiquinha chuta a canela de Quico e faz seu pai pensar que o menino foi o agressor, enervado Seu Madruga belisca Quico, que chama Dona Florinda, que acerta um tapa no vizinho gentalha, que descarrega a raiva no Moleque, que atinge o Seu Barriga quando ele chega para cobrar o aluguel. Enquanto isso, o professor Girafales, queimando de desejo, bebe café, com um buquê de rosas no colo, sem desconfiar a causa, motivo, razão ou circunstância de tanta repetição.”
Outro aspecto do cenário da Vila é que trata-se de um labirinto rizomático, confuso, cuja saída leva a uma rua estreita, a uma barbearia, a um restaurante, a um parque ou a uma sala de aula apertada. Cenários como Acapulco são exceções à regra. Há também a questão da suspensão temporal, afinal, por que o senhor Barriga sempre cobraria eternamente os mesmos 14 meses de aluguél? Por que não 15 ou 16 meses? Simples, o tempo não passa naquele lugar!
Analisando os personagens, a coisa fica ainda mais esquisita. Cada um deles representaria um pecado capital e, como estão numa espécie de limbo, ficam fadados a refazer as mesmas ações.
O Chaves representa o pecado da gula, o moleque sempre insaciável que ama o sanduíche de presunto e chama seu professor de “linguiça”, numa contradição aos costumes bíblicos que relatam que a carne de porco é suja.
O Senhor Barriga representa a ganância, pois somente alguém muito ganancioso cobraria os 14 meses de aluguel todos os dias; o Quico é movido pela inveja, uma vez que os brinquedos alheios sempre são mais interessantes que os seus, apesar de serem maiores e melhores; o Seu Madruga é a preguiça em pessoa e sempre acha uma desculpa para se esquivar dos seus afazeres e não pagar o aluguél.
Professor Girafales e Dona Florinda representam a luxúria, os dois amantes que, apesar dos seus desejos incontroláveis, jamais passam da tradicional xícara de café e dos incontáveis buquês, pois estão condenados a abstinência sexual eterna. Aliás, o fato do professor Girafales em sempre acender seu charuto – mesmo na sala de aula – representa o cacoete dos amantes em fumar após a relação sexual. Uma vez que o corpo não acompanha a mente, só resta ao pobre homem fumar e fumar.
A Chiquinha é a personalidade furiosa representando a ira e que, apesar dos seus esforços, não consegue se expressar da maneira que gostaria por ser a menor da turma, logo, só lhe resta chorar; Dona Clotilde é a vaidade. Moradora do 71 ( 7 + 1 é 8, o infinito) possui um animal de estimação de nome “Satanás” e que ora é um cachorro, ora é um gato, demonstrando o aspecto transmorfo do demônio.
Jaiminho, o carteiro, seria o único representante do lado de cá. Segundo o texto, ele seria um médium e suas cartas, psicografias. O fato de viver cansado demonstra o seu tremendo esforço em vagar entre os planos e sua amada Tangamandápio, onde tudo é grande e mais bonito, não seria uma cidade, mas o próprio mundo dos vivos.
O texto original segue explicando os personagens secundário da trama como o Godinez, a Popis, a Pati, etc, e seu papel de “patronos infernais”, além de outros detalhes bem interessantes. Como já mencionado, vale a pena ler o original e se surpreender ainda mais.

FONTE : Creepypasta

Tentarei postar em breve o texto completo se o encontrar , obrigado ! , Glaucow M Freitas

26 de maio de 2017

Apaixonado pela Morte



Era Hallowen e todos em minha cidade sempre comemoravam esta data, eu não sei bem porque, mas sempre teve bailes e festa para comemorar a data. No ano de 2004 à festa ia ser em um clube e todos estavam dizendo que ia dar muita gente e que ia ficar muito bom mesmo, logo todos já estavam comprando os ingressos para poder ir à festa. A festa era a fantasia então todos empolgados estavam vestindo suas fantasias para irem. Estava realmente cheio o local uma quadra de futsal enorme e estava lotada, porem comportando bem a galera, cheguei e de cara encontrei uns amigos começamos a dançar e beber, por certo descuido perdi de meus amigos, mas nem estava ligando para isso afinal era Hallowen e a festa só estava começando. De longe avistei uma menina linda, eu me apaixonei só de olhar para ela, era realmente perfeita e parecia interessante, estava sozinha parecia perdida perto de uma das arquibancadas, me aproximei e começamos a conversa, confesso que quando cheguei perto me assustei com sua fantasia ela estava toda de branco com manchas vermelhas sobre o vestido e com algodão no nariz sujos de vermelho para parecer sangue, era pálida, com as pupilas dilatas como se estivesse assustada , mas me interessei mesmo assim algo nela me atraía , fiquei imaginando o que havia debaixo daquela maquiagem toda, após alguns minutos de papo resolvemos sair dali e fomos para um lugar mais calmo e resolvemos e começamos a nos beijar. A madrugada chegou e ela disse então que precisava ir embora, antes de ela virar as costas notei seu nariz sangrando , perguntei se precisava de ajuda, mas ela saiu correndo e desapareceu como se tivesse visto um fantasma, não me lembrei de pegar se quer o telefone daquela menina. Cheguei a minha casa, fui para o quarto e adormeci, sonhei com ela, só que o sonho foi um tanto quanto bizarro, no momento em que estávamos juntos seu nariz sangrava muito, ate que de repente sua cabeça se soltou do pescoço e rolou ainda com os olhos abertos que me encarava. Acordei assustado e muito ofegante, nunca mais vi esta garota, todos que pergunto dizem que não a conhecem e que nunca a viu, mas de uma coisa tenho certeza ela era realmente linda.

By:Glaucow Maciel Freitas
BLOG :http://horrorurbano.blogspot.com/


Se Copiar Colocar Os Devidos Créditos =]

25 de maio de 2017

1# Suzane Von Richthofen (Psicopatas, Maniacos e Assassinos)




A frieza da jovem que planejou o assassinato dos pais com requintes de crueldade e chocou o Brasil.

Nascida em uma família de classe alta paulistana, filha de uma psicóloga (Marisa) com um engenheiro (Manfred), Suzane viveu uma infância normal e recebeu ótima educação em casa e nas escolas que frequentou. Na época do crime cursava direito na PUC-SP. Em 1999, o interesse por aeromodelismo do irmão Andreas aproximou Suzane de Daniel Cravinhos- futuro namorado e um dos assassinos de seus pais. No inicio do namoro, os pais não se incomodaram , imaginando que o relacionamento seria algo passageiro.



 O comportamento obsessivo de Daniel, além de presentes e dos empréstimos da filha, passou a preocupar os pais. A má influencia ficou evidente quando a filha começou a se drogar usando maconha, ecstasy, éter e cola. Manfred e Marisa proibiram o namoro em maio de 2002. Na madrugada de 31 de outubro Suzane guiou Daniel e o cunhado, Cristian ao quarto dos pais, acendeu a luz e desceu para a biblioteca. Os irmãos cravinhos atacaram o casal com barras de ferro – Marisa resistiu e foi sufocada com uma toalha. O revolver de Manfred foi colocado ao lado de seu corpo, Suzane ficou a todo momento na biblioteca durante a execução, ajudou a recolher as barras ensanguentadas e mostrou a sangue frio para espalhar documentos pelo quarto, para simular um assalto e ajudada pelos Cravinhos , arrombou uma mala do pai, para levar R$ 8mil e US$ 5mil que estavam nela.


 Os namorados seguiram para o motel após deixar Cristian perto de casa. No depoimento inicial, o casal declarou que seu álibi seria ter passado junto a noite do crime. Mais tarde, com o irmão Andreas, Suzane fingiu surpresa ao saber do suposto assalto e telefonou para Daniel pedindo ajuda. Depois de simular sofrimento no enterro dos pais, Suzane confessou o crime e foi presa com os Cravinhos. O vaivém na prisão começou em junho de 2005, quando foi libertada pelo STJ. A garota deu entrevista na televisão passou férias no litoral paulista e voltou a ser presa em abril de 2006. Os Cravinhos e Suzane foram condenados em julho de 2006 , a cerca de 39 anos de prisão. Suzane cumpre pena no interior de São Paulo e, em 2014, casou com outra prisioneira.


FONTE: Coleção Mundo Estranho, Psicopatas, Maníacos e Assassinos , Editora Abril.

22 de maio de 2017

O Encarregado Fantasma




Em uma fabrica no Japão no ano de 1975 um encarregado da área de mecânica estava checando um equipamento quando teve a cabeça esmagada pelo mesmo.

 Era noite e o telefone de Oshyhiro tocou , era seu chefe que ligava , pois um problema tinha acontecido em um equipamento na fabrica Ayrikata, uma famosa fabrica de brinquedos infantis. O chefe de Oshyhiro pediu então para que fosse ate a fabrica dizendo que seria algo simples que era apenas para poder desligar o equipamento que na Segunda-Feira o reparo seria feito, já que não era nada emergencial. O funcionário se aprontou de imediato e foi ate a fabrica, chegando lá caminhou ate o equipamento, o observou de longe e antes de desligá-lo resolveu checar mais de perto, o mesmo  estava operando mais não estava 100% pois o movimento que fazia era diferente do tradicional , ao aproximar olhando por dentro de algumas partes do equipamento se descuidou por segundos do tempo de avanço das alavancas e sua cabeça fora esmagada, esse acidente ficou conhecido em todo Japão devido a forma que ocorreu e pelos fatores e historias que surgiram a partir deste. 

A fabrica até hoje funciona e o número de acidentes no equipamento e assustador considerando comparado a antes do ocorrido de 75.  Em média 70%  das pessoas que ali sofreram acidentes tiveram as cabeças prensadas pelo equipamento. Certo dia Hakashi trabalhava no local , distraído e contando as horas para poder ir embora escutou uma voz “ Psiiiu! Eiii ... tem como checar a parte da prensagem para mim ? Obrigado ... ” Hakashi vendo a maquina em movimento não se expôs e procurou primeiramente ver de onde vinha a voz, o mais estranho era que não tinha ninguém no local exceto o garoto que estava dobrando turno e já ia saindo, perplexo com a situação, relatou aos companheiros , alguns incrédulos não acreditaram em seu papo , agora a grande maioria dizem também ter escutado a estranha voz, disseram até que seria do encarregado que morreu no local a anos e que já fizera inúmeras vitimas ate então e estaria a procura de mais.

Os empregados que trabalham no turno da noite , dizem que ao passar próximo ao galpão escutam chiados e algumas palavras como “ Pssiiu! Aqui ! Eiii!” ao passarem direto conseguem então escutar um estrondo como se algo estivesse sendo esmagado ou prensado. Muitos  dizem que temem passar ali e que sentem algo estranho próximo ao local e se arrepiam a todo momento, uns dão volta ou apressam o passo para evitar este contato sobrenatural. Os que operam o equipamento no turno da noite , dizem sentir frio no local e que em alguns momentos e impossível ficar no local pois a temperatura cai assombrosamente, outros contam ate que várias vezes a maquina para de funcionar e começa a operar de maneira estranha e errada , neste momento geralmente escutam o chamado do encarregado fantasma . O motivo de isto estar acontecendo e surreal, muitos ligam o assombração ao motivo da morte que teria sido de uma maneira prematura para o jovem Oshyhiro que não consegue se descansar e ate hoje tenta de alguma forma reparar a maquina através de outros,  mesmo que esta opere normalmente, ou não .

Sé copiar colocar devidos créditos
Ass : Glaucow Maciel Freitas

Agradecimento :  Jaime Seiji Haguimoto